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Ações - Para que você entenda o Mercado

 O Mundo é feito de AÇÃO 

Por MARCÍLIO NOVAES MAXXON

   

 

 

O QUE SÃO AÇÕES

 

Ações são cotas (pedaços) de uma empresa. Quando a empresa é aberta, seu patrimônio em diversas cotas — as ações —, que são distribuídas a investidores que, assim, se tornam seus donos.
Ao comprar uma ação, portanto, você também se torna dono da companhia. Junto com todas as outras pessoas (físicas ou jurídicas) que detêm ações da empresa, você passa a fazer parte do quadro de acionistas da empresa.
Ou seja, possuir ações de uma empresa é o mesmo que possuir um pedaço dela. Em tese, você é dono de uma fração de cada prédio, automóvel, peça de mobília e qualquer outro bem da empresa. E quanto mais ações possuir, maior é sua parcela.
Ações são, muitas vezes, chamadas de papéis. Isso porque, historicamente, ações de companhias eram títulos impressos em papel, que conferiam ao portador sua fração dos direitos da sociedade.
Certificado de Ações da IBM - 1969Certificado de Ações da IBM - 1969
Hoje em dia, os títulos em papel são parte da história e suas “ações” são mantidas em registros eletrônicos em sua corretora de valores e em outras entidades do mercado financeiro, mas o termo “papel” ainda é muito usado ao se referir a ações e outros ativos financeiros.
Ser dono (possuir ações) de uma empresa não significa que você participará da administração da empresa ou tomará decisões que afetem seu rumo. Também, isso não lhe dá diretamente a possibilidade de entrar na sala do diretor pra questionar esta ou aquela decisão.
Isso porque em empresas de grande porte (e geralmente todas as empresas listadas em bolsa), a direção da companhia é entregue a executivos com experiência para gerir o negócio. Estes executivos trabalham para proteger e aumentar a riqueza dos acionistas e, por isso possuem alguma liberdade para decidir os caminhos da empresa.
Como acionista, também em tese, você possui algum poder de decisão na empresa. Afinal, se você é o dono e não está satisfeito com os rumos que os diretores estão dando ao seu negócio, nada mais natural do que querer intervir para colocar as coisas em seu rumo normal.
Algumas ações negociadas no mercado dão o poder de voto nas assembléias que decidem os rumos e estratégias da companhia (inclusive a escolha da diretoria). Teoricamente, ao possuir estas ações, você poderia participar destas assembléias e, através de seu voto, participar das decisões.
Na prática, no entanto, as decisões sobre os rumos da empresa estão nas mãos dos grandes acionistas — aqueles que possuem grandes quantidades de ações da empresa.
Note que, ao possuírem grande quantidades de ações da empresa, estes peixes grandes têm também grandes interesses que ela tenha ótimo desempenho, portanto não participar das decisões não é motivo para muitas preocupações.
O acionista que possui quantidade de ações tal que lhe dá direito a participar e controlar as votações em assembléias e, assim, ter a possibilidade de controlar a empresa, com a definição de rumos, escolha da diretoria etc., é chamado de acionista controlador.
Outro ponto importante é que, apesar de ser um dos donos da empresa, a figura jurídica da empresa não se mistura com sua pessoa física. Em outras palavras, você não herda dívidas ou outros passivos da empresa.
Em termos claros: ao adquirir ações de uma empresa, sua perda máxima se limita ao valor pago por estas ações.
Por outro lado, em caso de falência ou concordata, os acionistas são os últimos da fila a requerer sua fração do patrimônio restante (se houver). Isso significa que em caso de fechamento da empresa com dívidas, você recuperará sua parcela da empresa somente após pagas todas os direitos trabalhistas, dívidas etc.
 
COMO NASCEM AS AÇÕES
 
Uma empresa pode seguir diversos caminhos para conseguir dinheiro para investir em seu crescimento.
Ela pode, por exemplo, ir simplesmente a uma instituição financeira e solicitar um empréstimo. Apesar de possível, este tipo de operação é cara e complexa, em comparação a outras formas de conseguir dinheiro que grandes empresas têm acesso.
Outra forma de levantar capital é a emissão de títulos corporativos/debêntures. Neste caso, investidores entregam dinheiro à empresa e esta, em troca, se compromete a devolver este dinheiro em condições e datas pré-determinadas, mais uma remuneração (juros).
Levantamento de capitais com a emissão de títulos são mais simples e baratos que a obtenção de empréstimos junto a instituições financeiras. Porém essas operações também têm seu lado ruim (por exemplo, elas são contabilizadas no passivo da empresa — ou seja, elas figuram como dívida da companhia).
Ações são, em essência, similares a títulos corporativos. Afinal, investidores como você entregam dinheiro à empresa em troca de um papel que lhe dá alguns direitos em relação companhia.
Em outras palavras, títulos são uma forma de levantamento de capital através de endividamento, enquanto com ações a forma é com a divisão do patrimônio.
Outra diferença é que com os títulos, os seus direitos e sua remuneração são determinados antecipadamente, enquanto com as ações não há qualquer garantia de remuneração ou de outro tipo.
Mais outra diferença: como possuidor de ações, você participa dos resultados (lucros) da empresa e com sua valorização, enquanto com títulos sua remuneração é fixa e pré-definida.
Outra vantagem de possuir ações é que as mesmas podem ser negociadas entre investidores e isso, normalmente, acontece com valores diferentes do qual a ação foi vendida inicialmente pela empresa. Esta diferença no valor das ações ocorre devido às mudanças na percepção dos investidores em relação à empresa.
Em outras palavras: solidez, lucratividade e boa administração são — entre outros — valores apreciados em uma empresa, portanto nada mais natural que ações de empresas com estas qualidades se valorizem mais.
Não que títulos de empresas não possam ser negociados entre os investidores. Eles podem e são negociados, abaixo ou acima do valor pago à empresa, o que depende de diversos fatores. No entanto, negociação com títulos entre investidores são mais caras e envolvem grande quantidade de dinheiro — o que exclui a maioria dos investidores pessoal como você.
Em resumo, ao oferecer ações, a empresa dá a investidores possibilidades maiores de ganho (com mais risco — não esqueça) e, em troca, obtém capital de maneira relativamente fácil e barata para financiar seu crescimento. Este é o principal motivo que leva os sócios das empresas de capital aberto a dividir sua sociedade com milhares e milhares de outras pessoas.
Note que ações são a forma de composição de todas as empresas da classe “sociedade anônimas” ou “S/A”. As S/A são assim chamadas justamente porque seu capital não se encontra em nome de pessoas, mas sim divididos nas ações que a constituem.
Por se tratarem de uma classe de empresa especial, com responsabilidades e direitos diluídos, as empresas S/A têm uma legislação própria que define alguns parâmetros para a sua constituição e operação, a Lei das S/A (Lei 6.404 de 15/12/1976).
 
Nem todas as empresas S/A têm suas ações negociadas em bolsas. Neste caso, as ações normalmente são propriedade de relativamente poucos sócios e a empresa é conhecida como de capital fechado.
Do outro lado, estão as empresas S/A, que têm ações negociadas em bolsa. Estas pertencem à classe das empresas de capital aberto. Mais adiante, você verá como se dá o processe de uma empresa de capital fechado transformar-se em uma de capital aberto, com ações negociadas em bolsa.
 
TIPOS DE AÇÕES
 
Existem vários tipos de ações, os principais sendo as ações ordinárias e as ações preferenciais.

Ações ordinárias

Ações ordinárias, também conhecidas como ações ON, são aquelas que dão direito à voto nas assembléias. Cada ação dá direito a um voto.
Ou seja, como vimos no início deste guia, se você possui ações ON de uma empresa, então — em tese — você tem o direito de participar da definição dos rumos do negócio.
Além disso, por lei, os possuidores de ações ON têm direito de vender suas ações por pelo menos 80% do valor pago por um possível comprador da empresa ao seu controlador atual. Este direito se chama tag along.Espaço BovespaEspaço Bovespa
Exemplo: o acionista controlador de uma empresa vende as ações ON da empresa ASDF S.A. por R$ 100 (cada ação) para outro investidor, efetivamente passando o controle da companhia.
O comprador das ações é obrigado a, por lei, fazer uma Oferta Pública de Aquisição de Ações para adquirir as ações ON restantes da ASDF. E esta oferta deve ser de, pelo menos, R$ 80 por ação.
Ou seja, se você possuir ações ON da ASDF S.A. e quiser se desfazer delas porque a companhia trocou de controlador, você poderá fazê-lo com preço garantido de R$ 80/ação.
Lembrando que o tag along lhe dá o direito, mas não a obrigação, de vender suas ações.

Ações preferenciais

Ações preferenciais, também conhecidas como ações PN, não dão direito à voto nas assembléias da empresa ou, pelo menos, restringem este direito de alguma forma.
Por outro lado, investidores possuidores de ações PN têm preferência no recebimento de dividendos e/ou outros proventos distribuídos pela empresa.
Em caso de liquidação (fechamento) da empresa, investidores possuidores das ações PN têm — também — preferência na repartição do patrimônio.

Outros tipos de ações

As empresas podem emitir outros tipos de ações. No Brasil é muito comum a emissão de ações preferenciais com classes distintas, cada uma com seu próprios direitos e restrições. Estas classes de ações preferenciais são normalmente chamadas de PNA, PNB, PNC etc.
A empresa é livre para determinar os direitos e restrições de outras classes ações e, para saber o que se aplica às ações que você possui, você deve consultar as atas de assembléias nas quais essas as classes de ações foram definidas.
 
COMO AS AÇÕES SÃO NEGOCIADAS
 
Como vimos, uma empresa de capital fechado tem suas ações em poder de um grupo relativamente pequeno de sócios. De todo modo, estes investidores são livres para negociar suas ações (sujeitos apenas a alguns procedimentos da Lei das S/A e/ou estatuto da empresa).
Assim, um investidor que queira comprar ações para investir em empresas teria um boa trabalheira para visitar várias empresas e encontrar sócios dispostos a vender suas ações.
Além disso, este investidor deveria estar preparado para grandes investimentos, porque operações deste tipo são custosas e, normalmente, envolvem grandes quantidades de ações — e, conseqüentemente, dinheiro.
E por falta de forças de oferta e procura, que definiriam, em tese, um preço justo para as ações da empresa, o investidor estaria sujeito ao preço que o vendedor das ações achasse que elas valem.
Pior ainda: caso este investidor tenha adquirido ações desta forma e, em um determinado momento, precisasse de dinheiro e decidisse vendê-las, ele teria uma grande dificuldade em encontrar compradores.
Afinal, ele teria que sair de porta em porta em busca de alguém com capacidade financeira e disposto a ficar com suas ações!
Felizmente, hoje em dia existem lugares onde compradores e vendedores se reúnem para negociar ações: os mercados de ações.
Em mercados de ações, comprar e vender ações se torna uma tarefa muito mais simples e barata, por diversos motivos:
Centro de Controle Tecnológico BOVESPA (divulgação)Centro de Controle Tecnológico BOVESPA (divulgação)
  • É muito mais fácil um comprador encontrar um vendedor de ações que quer negociar, vice-versa. Isso trás liquidez às ações, que é a medida de quão fácil é comprar ou vender determinado ativo.
  • Nos mercados de ações se encontram investidores de todos os tipos e tamanhos. Ou seja, grandes investidores operam no mesmo ambiente que os pequenos, o que permite que as ações sejam negociadas em quantidades que atendam a ambas as necessidades.
  • Lucros ou prejuízos de empresas, a conjuntura econômica e o interesse dos investidores, entre vários outros fatores, fazem com que compradores e vendedores tenham interesses e expectativas diversas em relação as ações e outros investimentos. Isso faz com que os preços se equilibrem devido às forças de oferta e procura.
Existem diversos mercados de ações no mundo, que negociam bilhões de ações diariamente. Dentre os mais importantes estão a Bolsa de Nova Iorque (New York Stock Exchange — NYSE), a NASDAQ, a Bolsa de Londres e a Bolsa do Japão.
No Brasil, a Bovespa é um dos principais mercado para negociação de ativos financeiros e é onde são negociadas as ações das empresas de capital aberto. A Bovespa é também uma das maiores e mais modernas bolsas de valores do mundo.
Para regular e assegurar o bom andamento dos mercados de ações, cada país ou bolsa tem órgãos regulatórios que determinam regras aos quais empresas, investidores e demais participantes têm que seguir.
No Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é o órgão responsável por regular as atividades dos mercados de ações (entre algumas outras atribuições).
 
COMO AS AÇÕES CHEGAM AOS MERCADOS DE AÇÕES
 
Negociar ações em um mercado não é tão simples como entrar no salão de negociação da Bovespa e dizer que você possui X ações de uma empresa de capital fechado para vender.
Para uma empresa de capital fechado ter suas ações negociadas em bolsa, ela deve atender a algumas exigências e seguir uma série de passos determinado pela autoridade reguladora.
Todo o processo é chamado de abertura de capital e o início de negociação das ações da empresa na bolsa é chamada de IPO (do inglês, Initial Public Offering).
Um lançamento de novas ações na bolsa, ou IPO, pode ser primária ou secundária. Ofertas primárias são aquelas em que a empresa oferece ao mercado ações que estão em tesouraria e de sua propriedade. Neste caso, o dinheiro levantado na IPO é revertido integralmente para a empresa.
Ofertas secundárias, por outro lado, contém ações de posse de sócios da companhia. Os valores levantados em ofertas secundárias vão direto para o bolso do(s) sócio(s) vendedores.
Em geral, o mercado valoriza mais as ofertas primárias, pois o dinheiro levantado vai empresa, que pode usá-lo para investir em seu crescimento. Porém, uma vez no mercado, não há qualquer diferença entre as ações lançadas em ofertas primárias ou secundárias.
Tela de Home-brokerTela de Home-brokerUma vez listadas na bolsa de valores, as ações podem ser negociadas livremente. Investidores fazem a negociação através de corretoras de valores, enviando ordens de compra e venda das ações de seu interesse.
Este envio de ordens de compra e venda, por sua vez, pode ser feito de várias formas junto às corretoras de valores. Até pouco tempo atrás, os clientes da corretora enviavam ordens através de comunicação escrita, faxes, telefonemas etc., que eram encaminhadas diretamente à mesa de operações da corretora, na bolsa de valores.
Hoje em dia, com a popularização da Internet, praticamente todas as corretoras nacionais disponibilizam para seus clientes o home-broker, que nada mais é do que o acesso a um sistema integrado com a bolsa, que permite ao próprio investidor enviar diretamente ordens de compra e venda de ações.
 
COMO COMPRAR AÇÕES
Como vimos em 'Como as Ações Chegam aos Mercados de Ações', logo acima, para comprar ações diretamente você precisa estar cadastrado em uma corretora de valores que lhe dará orientações sobre a melhor forma de você fazer a compra de ações, seja através do envio de ordens via home-broker ou de outras formas.
A vantagem de comprar ações diretamente é que você pode decidir em quais empresas investir e o momento certo de entrar e sair de posições (investimentos).
Por outro lado, investir diretamente requer algum conhecimento do mercado e dedicação no acompanhamento dos ativos. Dependendo do seu horizonte de investimento, isto é, se você objetiva ganhos a curto, médio ou longo prazo, mais ou menos dedicação são necessárias.
Por exemplo, um investidor de curto prazo devo monitorar suas posições diariamente para decidir o momento certo de comprar ou vender determinadas ações.
Investidores profissionais com objetivos de curtíssimo prazo se aproveitam de pequenas valorizações de uma ação e operam comprando e vendendo esta ação no mesmo dia, em uma operação conhecida como day trade.
Operações day trade tiram proveito de pequenas variações de preço das ações e, por isso, requerem timing apurado por parte do investidor. Isso significa que pra fazer day trades virtualmente fica-se o tempo todo acompanhando as cotações, esperando o momento certo de entrar ou sair de uma posição (compra ou venda).
Já se seu objetivo é de longo prazo, uma revisão quinzenal ou mensal de sua carteira de ações é suficiente.
Acesita PN 1998-2007Acesita PN 1998-2007
Um dos princípios do mercado de ações e que, a longo prazo, salvo caso fortuitos, todos os ativos tendem a se valorizar. Assim, se você compra ações objetivando ganhos em 10 ou 15 anos (uma estratégia normalmente conhecida como buy and hold — comprar e segurar, em português), você certamente não precisará acompanhar o (nem sofrer com!) o movimento diário de sobe-desce da bolsa.
Outra forma de compra ações é através de clubes de investimento, que são grupos de 3 a 150 pessoas que investem seu dinheiro em conjunto para, assim, conseguir ganhos de escala com a operações com maior capital.
Existem algumas regras para se criar e investir via clubes de investimento, mas eles são uma excelente opção se você definitivamente não quer operar no mercado de ações diretamente. Para investir em clubes de investimento, procure sua corretora e pergunte como investir via clubes de investimento, se você pode entrar em clubes já formados etc.
Por último, outra forma de comprar ações é através de fundos de ações. Estes fundos são geridos por profissionais de instituições financeiras com o objetivo de gerar ganhos para os cotistas através da compra de ações.
Pelo serviço de gestão do fundo, o administrador cobrará uma taxa percentual sobre os valores aplicados e/ou sobre o desempenho. Você encontra informações sobre fundos de ações em sua corretora ou em seu banco.
 
ENTENDENDO UMA TABELA DE COTAÇÃO DE AÇÕES
 
Como vimos em 'O que Causa Variação nos Preços de Ações?', o preço de uma ação varia de acordo com diversos fatores. Se você comprou uma ação e ela se valorizou, a diferença entre seu preço atual e o preço pago (menos custos da operação) é a medida de rentabilidade do seu investimento.
Ao solicitar cotação ações em sua corretora ou na bolsa de valores para saber a quanto anda a rentabilidade de seu investimento, o investidor recebe um conjunto de valores parecido com este:
VALE5 - Diário
Data/hora: 07/10/2007 19:29
Abertura: 53,00
Mínimo: 52,20
Máximo: 54,25
Médio: 53,38
Último: 52,31
Anterior: 53,90
Variação: -2,94%
Negócios: 9.956
Títulos: 11,37M
Volume: 601,88M
Abaixo está a descrição do que cada item de uma tabela de cotação das ações da bolsa como esta significa:
VALE5 - Diário
Este é o nome do ativo (ação) a qual a cotação se aplica. “Diário” indica que o período de referência para a cotação é um dia inteiro. Você pode obter cotação ações para vários períodos, tais como semanais, diários ou até a cada minuto, e é muito importante ter certeza de que se está olhando números do período desejado.
Data/hora
O exato momento em que a cotação foi registrada. Os número de uma cotação da bolsa de valores muda a cada segundo, por isso é fundamental saber a data/hora a qual se refere as tabelas de cotação das ações.
Abertura
O preço inicial da ação no período. Em uma cotação diária, por exemplo, este é o valor negociado na primeira operação do dia.
Mínimo
Este número indica o valor mínimo que a ação foi negociada no período. Em uma tabela diária de cotação das ações da bolsa, este número registra o menor preço que um negócio foi fechado no dia.
Máximo
Similar ao mínimo do período, porém registra o valor máximo que ação foi negociada no período.
Médio
O preço médio negociado no período, ponderado pelo número de ações negociadas.
Último
O valor negociado na última operação de compra/venda da ação. Em um ativo com baixa volatilidade, este valor seria o mais próximo que você conseguiria comprar ou vender ações do ativo na data/hora da cotação.
Anterior
O valor de fechamento da ação no período anterior. Em tabelas de cotação das ações diária, este valor se refere ao preço que a ação foi negociada pela última vez no pregão anterior.
Variação
A variação percentual do preço atual (último) da ação em relação ao valor de abertura. Algumas tabelas e cotação ações mostram este campo (às vezes com o nome de “oscilação”) em valores absolutos, isto é, como a diferença em dinheiro entre o preço atual e o de abertura. Normalmente, variações percentuais são normalmente (mas nem sempre) seguidas do sinal “%”, portanto sempre certifique-se de estar interpretando este campo corretamente.
Negócios
Quantas operações de compra/venda foram executadas no período. Por exemplo, se você comprar 100 ações de uma ação, sua operação será contabilizada como mais um negócio na tabela de cotação da bolsa de valores.
Tïtulos
Quantos títulos (ações) foram negociados no período. Uma compra de 100 ações aumenta este número em 100.
Volume
O valor total, em dinheiro, negociado no período. Ou seja, este número é a soma de todos os valores pagos por compradores (e recebido por vendedores) no período da cotação. Em algumas tabelas de cotação ações, o campo Volume contém, na verdade, o número de títulos negociados (ou seja, o conteúdo do campo Títulos acima) e, normalmente, o montante total negociado é chamado de Volume financeiro ou similar. Portanto, certifique-se de estar interpretando este campo corretamente.
Mas afinal, qual o valor da ação? Qual valor determina a rentabilidade das ações de sua carteira?
Normalmente, se usa o valor da última negociação (o campo Último) de uma tabela de cotação da bolsa de valores para se saber o “valor” de uma ação.
Os tickers (aquelas faixas que ficam apresentado cotações de ação, com os nomes das mesmas seguidas de seu “preço”) também normalmente estão mostrando o valor do último negócio.
Note que o valor do último negócio é o valor mais aproximado que você conseguiria negociar suas ações. Isto porque o mercado é dinâmico e também é afetado por suas operações!
Por exemplo, se o último negócio de determinada ação foi fechado a R$ 10,00, então pode-se dizer que o “preço” da ação é R$ 10,00.
Digamos também que agora a melhor oferta de compra da ação em seu livro de oferta é de R$ 9,98, e a melhor oferta de venda é de R$ 10,00. Como não há concordância entre compradores e vendedores, os negócios não são fechados entre eles.
Caso nenhum outro investidor interfira no processo, vender estas ações neste momento a R$ 10,00 não é possível. Isso porque não há comprador aparentemente interessado em pagar R$ 10,00 pela ação!
Ou seja, se você mandar uma ordem de venda a R$ 10,00, a mesma vai ser inserida no livro de ofertas e lá ficará até aparecer um investidor disposto a comprar por este preço.
Digamos que você precisa vender suas ações no momento e aceita a fazê-lo por R$ 9,98. Este caso, você envia uma ordem de venda limitada em sua corretora, com preço de venda a R$ 9,98.
Ou, ainda, digamos que você viu, na tabela de cotação das ações, que o “preço” de sua ação alcançou R$ 10,00 e, por isso, este é o momento de vender. Você não acompanha o livro de ofertas e aceita, simplesmente, vender as ações pelo melhor preço (que, você espera, seja algo perto dos R$ 10,00). Neste caso, você envia, através de sua corretora, uma ordem de mercado (ordem de venda das ações pelo melhor preço).
Em ambos os casos, sua ordem vai encontrar um comprador disposto a pagar R$ 9,98 por suas ações. Ou seja, é mais um negócio fechado na bolsa e, agora, a tabela de cotação das ações vai mostrar R$ 9,98 como o último negócio, ou seja, devido à sua operação o “preço” da ação agora é outro.
 
Lembrando que o preço se refere ao lote-padrão de negociação da ação (veja logo abaixo, Entendendo Lote de Ações da Bovespa para saber mas sobre lotes-padrão).
Por último, ao interpretar preços (último, máximo etc.) deve ser levado em conta também o fator de cotação da ação, caso haja (veja Fator de Cotação: Como Funciona para saber mais sobre o fator de cotação de ações).
 
Entendendo Lote de Ações da Bovespa
 
Uma das surpresas que os iniciantes na Bovespa têm é que normalmente a negociação é feita em lote ações, que é uma quantidade mínima de ações que devem ser negociadas em conjunto.
Para quem ainda está iniciando na bolsa entender: na Bovespa você não consegue negociar ações em quantidades menores que a quantidade do lote de ações do ativo.
Ou seja, ao informar a quantidade de ações que você quer comprar ou vender uma ação cujo lote ações mínimo é de 100, sua ordem de compra ou venda deve ser de 100, 200 etc. ações. Uma ordem de venda de 10 ou outra de 250 ações, por exemplo, são inválidas.
Outro exemplo: se a ação da empresa ASDF S/A está cotada a R$ 13,60 e o lote padrão desta ação é de 1.000 ações, então para fechar um único negócio você deve desembolsar a bagatela de R$ 13.600,00.

Por que os negócios são feitos em lote de ações?

A resposta é simples: para facilitar os negócios com os ativos e, assim, dar mais liquidez ao mesmo e assegurar uma maior estabilidade no preço da ação.
A facilitação se dá porque, com a obrigatoriedade de negociação em lote de ações, compradores e vendedores enviam suas ordens nos múltiplos do lote padrão. Fica assim, mais fácil compradores encontrarem vendedores e fazer a transferência de vários ativos em um único negócio.
A liquidez vem com a facilidade de negociar quantidades maiores em menos negócios. Por exemplo, se você tem 500 ações de uma empresa cujo lote de ações mínimo é de 100, uma ordem de venda sua vai ser executada com, no máximo, 5 outros vendedores (cada um comprando 100 ações).
Se os negócios não fossem feitos em lote de ações, as lista de ofertas de compra da ação poderia conter ofertas com quantidades e preço variadas. Na prática, sua ordem seria executada de qualquer forma, mas de forma mais demorada.
Por exemplo, você poderia pôr 324 ações à venda e encontrar um comprador para apenas 233 ações. Feita a negociação, você teria que encontrar outro comprador para as 91 ações restantes. Já imaginou o número de “sobras” que se formariam nas mãos dos investidores?
Além disso, negociar sem lote de ações permitiria que cada uma das ordens de compra/venda fosse dada com preços diferentes, gerando volatilidade indesejada nos preços.
Note que na Bovespa você deve ter cuidado para não confundir lote padrão com fator de cotação. Leia abaixo, Fator de Cotação: Como Funciona para saber mais sobre fator de cotação.

Como é definido o lote de ações de um ativo?

O tamanho do lote ações na Bovespa é definido de acordo com o número de negócio típico em determinadas quantidades, volume financeiro por negócio etc., ou seja, pelo perfil de negociação do ativo.
Cada bolsa tem seu tamanho de lote de ações. Na Bovespa, ativos podem ser negociados em múltiplos do lote de ações com 10, 100, 1.000, 100.000 etc. ações cada. Na bolsa de Nova Iorque as ações são sempre cotadas unitariamente e negociadas em lotes de 100.

Pequeno investidor x lote padrão

Como você viu, para comprar ações de uma empresa cotadas em “apenas” R$ 13,60 pode ser que seja necessário desembolsar uma grande quantidade de dinheiro.
 
Quando você vê a cotação de determinada ação na Bovespa, você provavelmente já sabe que aquele preço se trata do lote padrão (veja Entendendo Lote de Ações da Bovespa para saber mais sobre lotes de ação).
No entanto, um complicador — que muitas vezes passa despercebido — e que pode dificultar o entendimento das cotações da Bovespa é o fator de cotação, que é quem que determina, na verdade, o que o preço de negociação da ação representa.

Entendendo o fator de cotação

Em algumas ações, o valor obtido em cotações são, na verdade, o resultado da multiplicação do preço real da ação pelo fator de cotação da mesma.
O fator de cotação pode ser 1, ou seja, na prática é como se nenhum fator de cotação existisse, pois todo número multiplicado por 1 resulta nele mesmo.
Em ações com fator de cotação 1.000, por outro lado, o negócio (sem trocadilho) é diferente.
Neste caso, a cotação representa o valor de negócio de 1.000 ações da empresa. (Cuidado para não confundir fator de cotação com lotes-padrão.)
Por exemplo, digamos que as ações da ASDF S/A estejam cotadas a R$ 40 no momento e a ação tem fator de cotação 10. Isso significa que cada 10 ações vale R$ 40, ou seja, na verdade cada ação da ASDF vale:
R$ 40 ÷ 10 = R$ 4
Se esta ação for negociada em lotes de 1.000, então cada lote vai sair por:
R$ 4 × 1.000 = R$ 4.000
 
O QUE CAUSA A VARIAÇÃO NOS PREÇOS DAS AÇÕES
 
Uma das freqüentes dúvidas dos investidores iniciantes é porque o preço das ações varia. Afinal, porque as ações da XYZ S/A custam R$ 10 enquanto às da ASDF S/A custam R$ 80?
Vale do Rio Doce PNA x Petrobras PNVale do Rio Doce PNA x Petrobras PN
Isso acontece porque que a XYZ é uma empresa pior ou mais mal administrada que a ASDF?
E por que as ações da ASDF custam hoje R$ 80 e ano passado custavam R$ 60 (e um ano antes custavam R$ 95)?
Bom, como vimos na seção anterior, lançar ações na bolsa pela primeira vez é um acontecimento chamado de IPO. Quando se prepara para uma IPO, a empresa em questão, em conjunto com as instituições financeiras que estão auxiliando-a no processo, através de cálculos, previsões e estudos de possibilidades e expectativas, definem um preço “justo” para cada ação da empresa.
A rigor, pode parecer muita liberdade a empresa “determinar seu próprio valor” em IPOs, mas as próprias leis do mercado “cuidam” para que, até certo ponto, o preço inicial não esteja muito fora da realidade. Afinal, uma IPO com ações sobrevalorizadas pode não atrair investidores suficientes e se transformar num fracasso — e isso não beneficiará a empresa, pelo contrário.
Uma vez lançadas em uma IPO, estas ações vão para as mãos de milhares de investidores. Como vimos em 'O Que São Ações?', por se tornarem donos de frações da empresa, estes investidores se qualificam para receber os resultados do crescimento e lucro da empresa.
Ora, se você é dono de uma parte de uma empresa e esta empresa cresce 20% então, pelo menos matematicamente, sua parte — suas ações — também valem 20% mais.
No mercado financeiro, nem sempre os números exatos da matemática funcionam como esperado. Os mercados são movidos por pessoas com interesses distintos, sujeitas a emoções variadas como medo e ganância.
Em outras palavras, empresas lucrativas e com crescimento consistente se valorizam e esta valorização, invariavelmente, reflete-se no preço de suas ações. Porém, isso não é tudo e nem sempre há uma relação direta entre o crescimento da empresa e a valorização de suas ações.
Para entender o porquê o preço de uma ação sobre e desce é preciso levar em conta também a força das massas de investidores — compradores de um lado, vendedores de outro. Como em qualquer mercado, não só a qualidade do produto define seu preço final, mas também as forças de oferta e procura.
Note que estamos falando aqui de variações de preço de uma mesma ação com o passar do tempo. Ações de empresas diferentes têm valores distintos devido a motivos completamente não relacionados aos acima.
Para entender porque ações de empresas diferentes têm preços diferentes, é preciso lembrar que uma ação é a fração unitária do patrimônio de uma empresa. Pode-se dizer que o valor de uma empresa é a soma de todas as ações que ela já lançou (este valor, não por acaso, é conhecido como valor de mercado da empresa).
Opa, temos então uma fator que passou despercebido neste tempo todo: o número de ações emitidos pela empresa!
Assim, o valor da empresa é o valor de sua ação multiplicado pelo número de ações disponíveis no mercado (existem outros tipos de cálculo, que levam em conta classes diferentes de ações mas, para nosso propósito, esta explicação é suficiente).
Nada se pode dizer da empresa XYZ, cujas ações estão cotadas a R$ 10, em relação a ASDF, cujas ações custam R$ 80. Não se pode dizer que a segunda empresa vale oito vezes mais, que é oito vezes melhor ou maior que a XYZ etc.
Em outras palavras, nada se pode dizer em relação a uma empresa — seu tamanho, eficiência, lucratividade etc. — apenas pelo valor de sua ação, tampouco faz sentido comparar o preço da ação de duas empresas diferentes.
Por exemplo, supondo que a XYZ tenha 500 milhões de ações no mercado e a ASDF tenha 60 milhões de ações, vemos que a XYZ vale R$ 5 bilhões enquanto a ASDF vale R$ 4,8 bilhões, portanto a XYZ tem maior valor de mercado que a ASDF.
 
AS AÇÕES - CONCLUSÃO
 
Em O Que São Ações?, você viu que ao se tornar acionista de uma empresa você efetivamente se torna dono de parte dela e, assim, passa a receber proventos resultantes de seu crescimento e lucro.
Viu também como fica seu papel de acionista — dono ‐ em relação ao funcionamento da companhia e como a figura jurídica da empresa não se mistura à sua pessoa (esteja você comprando ações como pessoa jurídica ou física).
Em Como Nascem as Ações? você viu que ações é uma maneira relativamente simples e barata de empresas levantarem capital, além de entender a diferença entre ações de empresas de capital fechado e aberto.
Já em Tipos de Ações você conheceu os tipos de ações disponíveis e quais benefícios, direitos e deveres cada tipo trás ao investidor.
Em Como as Ações São Negociadas? você viu brevemente como as ações são negociadas entre investidores — fora e dentro de bolsa de valores — e o que são os mercados de ações. Conheceu também os principais mercados do mundo.
E em Como as Ações Chegam aos Mercados de Ações fomos mais a fundo e dissecamos como as ações são chegam aos mercados de ações. Nesta página você ficou sabendo um pouco mais sobre o lançamento de ações em bolsa (IPOs) e as diferenças entre ofertas primárias e secundárias.
Em Como Comprar Ações? vimos como investir no mercado de ações. Você viu que existem várias possibilidades, seus gahos e custos.
Já em Entendendo uma Tabela de Cotação de Ações, você ficou sabendo como entender uma tabela de cotação de ações, informação fundamental para compreender o ânimo do mercado e saber a quanto anda as ações que você tem em carteira (ou aquelas que quer operar).
Por último, em O que Causa Variação nos Preços de Ações?, você viu como funcionam as forças que movem os preços das ações. Viu também o porquê da diferença de preços entre ações diferentes.
  Biblioteca Sebrae   
Consulte as Demonstrações Financeiras, Fatos Relevantes, Comunicados, entre outras informações importantes das empresas listadas na BM&FBOVESPA. 
 
Empresas Listadas em Bolsa
 
Atualizado em 13/04/2010 às 05h29
 
 
Razão Social Nome de Pregão Segmento
521 PARTICIPACOES S.A. 521 PARTICIP MB
524 PARTICIPACOES S.A. 524 PARTICIP MB
ABYARA PLANEJAMENTO IMOBILIARIO S.A. ABYARA  
ACOS VILLARES S.A. ACOS VILL  
ACUCAR GUARANI S.A. GUARANI NM
AES ELPA S.A. AES ELPA  
AES SUL DISTRIB GAUCHA DE ENERGIA S.A. AES SUL  
AES TIETE S.A. AES TIETE  
AETATIS SECURITIZADORA S.A. AETATIS SEC  
AFLUENTE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A. AFLUENTE  
AGRA EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS S.A. AGRA INCORP  
AGRE EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. AGRE EMP IMO NM
AGRENCO LTD. AGRENCO DR3
ALEF S.A. ALEF S/A MB
ALFA HOLDINGS S.A. ALFA HOLDING  
ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A. ALIANSCE NM
ALIUM PARTICIPACOES S.A. ALIUM PART MB
ALL - AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA MALHA NORTE S.A. ALL NORTE MB
ALL - AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA MALHA PAULISTA S.A. ALL PAULISTA MB
ALL AMERICA LATINA LOGISTICA S.A. ALL AMER LAT N2
ALLIS PARTICIPAÇÕES S.A. ALLIS PART MB
ALTERE SECURITIZADORA S.A. ALTERE SEC  
AMERICAN BANKNOTE S.A. ABNOTE NM
AMERICEL S.A. AMERICEL  
AMIL PARTICIPACOES S.A. AMIL NM
AMPLA ENERGIA E SERVICOS S.A. AMPLA ENERG  
AMPLA INVESTIMENTOS E SERVICOS S.A. AMPLA INVEST  
ANDRADE GUTIERREZ CONCESSOES S.A. AGCONCESSOES MB
ANDRADE GUTIERREZ PARTICIPACOES S.A. AGPART MB
ANHANGUERA EDUCACIONAL PARTICIPACOES S.A ANHANGUERA N2
ÁQUILLA SECURITIZADORA S.A. AQUILLA SEC  
ARAUCARIA PARTICIPACOES S.A. ARAUCARIA MB
ARTHUR LANGE S.A. INDUSTRIA E COMERCIO ARTHUR LANGE  
ASTER SECURITIZADORA S.A. ASTER SEC  
AZEVEDO E TRAVASSOS S.A. AZEVEDO  
B2W - COMPANHIA GLOBAL DO VAREJO B2W VAREJO NM
BAESA - ENERGETICA BARRA GRANDE S.A. BAESA MB
BAHEMA S.A. BAHEMA  
BALADARE PARTICIPACOES S.A. BALADARE MB
BANDEIRANTE ENERGIA S.A. EBE  
BANESTES S.A. - BCO EST ESPIRITO SANTO BANESTES  
BANJUL PARTICIPACOES S.A. BANJUL MB
BARDELLA S.A. INDUSTRIAS MECANICAS BARDELLA  
BASEL PARTICIPACOES S.A. BASEL MB
BATTISTELLA ADM PARTICIPACOES S.A. BATTISTELLA  
BAUMER S.A. BAUMER  
BCO ABC BRASIL S.A. ABC BRASIL N2
BCO ALFA DE INVESTIMENTO S.A. ALFA INVEST  
BCO AMAZONIA S.A. AMAZONIA  
BCO BRADESCO S.A. BRADESCO N1
BCO BRASIL S.A. BRASIL NM
BCO CRUZEIRO DO SUL S.A. CRUZEIRO SUL N1
BCO DAYCOVAL S.A. DAYCOVAL N1
BCO ESTADO DE SERGIPE S.A. - BANESE BANESE  
BCO ESTADO DO PARA S.A. BANPARA  
BCO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL S.A. BANRISUL N1
BCO INDUSTRIAL E COMERCIAL S.A. BICBANCO N1
BCO INDUSVAL S.A. INDUSVAL N1
BCO MERCANTIL DE INVESTIMENTOS S.A. MERC INVEST  
BCO MERCANTIL DO BRASIL S.A. MERC BRASIL  
BCO NORDESTE DO BRASIL S.A. NORD BRASIL  
BCO NOSSA CAIXA S.A. NOSSA CAIXA  
BCO PANAMERICANO S.A. PANAMERICANO N1
BCO PATAGONIA S.A. PATAGONIA DR3
BCO PINE S.A. PINE N1
BCO SANTANDER (BRASIL) S.A. SANTANDER BR N2
BCO SOFISA S.A. SOFISA N2
BELAPART S.A. BELAPART MB
BELMONTE PARTICIPACOES S.A. BELMONTE MB
BEMATECH S.A. BEMATECH NM
BERNA PARTICIPACOES S.A. BERNA MB
BETA SECURITIZADORA S.A. BETA SECURIT  
BETAPART PARTICIPACOES S.A. BETAPART MB
BFB LEASING S.A. - ARREND.MERCANTIL BFB LEASING MB
BGPAR S.A. BGPAR  
BHG S.A. - BRAZIL HOSPITALITY GROUP BHG NM
BIC ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. BICLEASING  
BICICLETAS MONARK S.A. BIC MONARK  
BIOMM S.A. BIOMM  
BMFBOVESPA S.A. BOLSA VALORES MERC FUT BMFBOVESPA NM
BNDES PARTICIPACOES S.A. - BNDESPAR BNDESPAR MB
BOMBRIL HOLDING S.A. BOMBRIL HLD  
BOMBRIL S.A. BOMBRIL  
BONAIRE PARTICIPACOES S.A. BONAIRE PART MB
BOTUCATU TEXTIL S.A. BOTUCATU TEX  
BR MALLS PARTICIPACOES S.A. BR MALLS PAR NM
BR PROPERTIES S.A. BR PROPERT NM
BRADESCO LEASING S.A. ARREND MERCANTIL BRADESCO LSG  
BRADESPAR S.A. BRADESPAR N1
BRASIL BROKERS PARTICIPACOES S.A. BR BROKERS NM
BRASIL ECODIESEL IND COM BIO.OL.VEG.S.A. ECODIESEL NM
BRASIL TELECOM S.A. BRASIL TELEC  
BRASILAGRO - CIA BRAS DE PROP AGRICOLAS BRASILAGRO NM
BRASKEM S.A. BRASKEM N1
BRASMOTOR S.A. BRASMOTOR  
BRAZILIAN FINANCE E REAL ESTATE S.A. BRAZILIAN FR  
BRAZILIAN SECURITIES CIA SECURITIZACAO BRAZILIAN SC MB
BRB BCO DE BRASILIA S.A. BRB BANCO  
BRC SECURITIZADORA S.A. BRC SECURIT  
BRF - BRASIL FOODS S.A. BRF FOODS NM
BROOKFIELD INCORPORAÇÕES S.A. BROOKFIELD NM
BROOKFIELD SÃO PAULO EMPREEND IMOBILIÁRIOS S.A. COMPANY  
BRZ INVESTIMENTOS S.A. BRZ INVEST MB
BUETTNER S.A. INDUSTRIA E COMERCIO BUETTNER  
BV LEASING - ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. BV LEASING MB
CABINDA PARTICIPACOES S.A. CABINDA PART MB
CACONDE PARTICIPACOES S.A. CACONDE PART MB
CAFE SOLUVEL BRASILIA S.A. CAF BRASILIA  
CAGECE - CIA DE AGUA E ESGOTO DO CEARA CAGECE  
CAIANDA PARTICIPACOES S.A. CAIANDA PART MB
CAIXA SEGURADORA S.A. CAIXA SEGURO MB
CALAIS PARTICIPACOES S.A. CALAIS PART MB
CAMARGO CORREA CIMENTOS S.A. CAMARGO CIM  
CAMARGO CORREA DESENV. IMOBILIARIO S.A. CC DES IMOB NM
CAMBUCI S.A. CAMBUCI  
CAPITALPART PARTICIPACOES S.A. CAPITALPART MB
CBCC PARTICIPACOES S.A. CBCC  
CELM CIA EQUIP LABORATOR MODERNOS CELM  
CELULOSE IRANI S.A. CELUL IRANI  
CEMEPE INVESTIMENTOS S.A. CEMEPE  
CEMIG DISTRIBUICAO S.A. CEMIG DIST  
CEMIG GERACAO E TRANSMISSAO S.A. CEMIG GT  
CENTENNIAL ASSET PARTICIP.AMAPA S.A. CENT AMAPA  
CENTENNIAL ASSET PARTICIP.MINAS-RIO S.A. CENT MIN-RIO  
CENTENNIAL ASSET PARTICIPAÇÕES AÇU S.A. CENT ACU  
CENTENNIAL ASSET PARTIPAÇÕES SUDESTE S.A. CENT SUDESTE  
CENTRAIS ELET BRAS S.A. - ELETROBRAS ELETROBRAS N1
CENTRAIS ELET DE SANTA CATARINA S.A. CELESC N2
CENTRAIS ELET DO PARA S.A. - CELPA CELPA  
CENTRAIS ELET MATOGROSSENSES S.A.- CEMAT CEMAT  
CERAMICA CHIARELLI S.A. CHIARELLI  
CESP - CIA ENERGETICA DE SAO PAULO CESP N1
CETIP S.A. - BALCÃO ORGANIZADO DE ATIVOS E DERIV. CETIP NM
CIA BANDEIRANTES DE ARMAZENS GERAIS BAN ARMAZENS  
CIA BEBIDAS DAS AMERICAS - AMBEV AMBEV  
CIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO P.ACUCAR-CBD N1
CIA BRASILIANA DE ENERGIA BRASILIANA  
CIA CACIQUE DE CAFE SOLUVEL CACIQUE  
CIA CATARINENSE DE AGUAS E SANEAM.-CASAN CASAN  
CIA CELG DE PARTICIPACOES - CELGPAR CELGPAR  
CIA CONCESSOES RODOVIARIAS CCR RODOVIAS NM
CIA DE RECUPERACAO SECUNDARIA CRSEC MB
CIA DISTRIB DE GAS DO RIO DE JANEIRO-CEG CEG  
CIA DOCAS DE IMBITUBA DOC IMBITUBA  
CIA ELETRICIDADE EST. DA BAHIA - COELBA COELBA  
CIA ENERGETICA DE BRASILIA CEB  
CIA ENERGETICA DE MINAS GERAIS - CEMIG CEMIG N1
CIA ENERGETICA DE PERNAMBUCO - CELPE CELPE  
CIA ENERGETICA DO CEARA - COELCE COELCE  
CIA ENERGETICA DO MARANHAO - CEMAR CEMAR MB
CIA ENERGETICA DO RIO GDE NORTE - COSERN COSERN  
CIA ESTADUAL DE DISTRIB ENER ELET-CEEE-D CEEE-D MB
CIA ESTADUAL GER.TRANS.ENER.ELET-CEEE-GT CEEE-GT MB
CIA FERRO LIGAS DA BAHIA - FERBASA FERBASA  
CIA FIACAO TECIDOS CEDRO CACHOEIRA CEDRO N1
CIA GAS DE SAO PAULO - COMGAS COMGAS  
CIA HABITASUL DE PARTICIPACOES HABITASUL  
CIA HERING CIA HERING NM
CIA IGUACU DE CAFE SOLUVEL IGUACU CAFE  
CIA INDUSTRIAL CATAGUASES IND CATAGUAS  
CIA INDUSTRIAL SCHLOSSER S.A. SCHLOSSER  
CIA MELHORAMENTOS DE SAO PAULO MELHOR SP  
CIA PARANAENSE DE ENERGIA - COPEL COPEL N1
CIA PARTICIPACOES ALIANCA DA BAHIA PAR AL BAHIA  
CIA PAULISTA DE FORCA E LUZ PAUL F LUZ  
CIA PIRATININGA DE FORCA E LUZ CPFL PIRATIN  
CIA PROVIDENCIA INDUSTRIA E COMERCIO PROVIDENCIA NM
CIA SANEAMENTO BASICO EST SAO PAULO SABESP NM
CIA SANEAMENTO DE MINAS GERAIS-COPASA MG COPASA NM
CIA SANEAMENTO DO PARANA - SANEPAR SANEPAR  
CIA SEGUROS ALIANCA DA BAHIA SEG AL BAHIA  
CIA SIDERURGICA NACIONAL SID NACIONAL  
CIA TECIDOS NORTE DE MINAS COTEMINAS COTEMINAS  
CIA TECIDOS SANTANENSE SANTANENSE  
CIA TELECOMUNICACOES DO BRASIL CENTRAL CTBC TELECOM MB
CIA TEXTIL FERREIRA GUIMARAES F GUIMARAES  
CIELO S.A. CIELO NM
CIMOB PARTICIPACOES S.A. CIMOB PART  
CIMS S.A. CIMS  
CLARION S.A. AGROINDUSTRIAL CLARION  
COARI PARTICIPACOES S.A. COARI PART  
COBRASMA S.A. COBRASMA  
CONC ROD OSORIO-PORTO ALEGRE S.A-CONCEPA CONCEPA  
CONC SIST ANHANG-BANDEIRANT S.A. AUTOBAN AUTOBAN  
CONCESSIONARIA ECOVIAS IMIGRANTES S.A. ECOVIAS  
CONCESSIONARIA RIO-TERESOPOLIS S.A. CONC RIO TER MB
CONCESSIONARIA ROD.OESTE SP VIAOESTE S.A VIAOESTE  
CONCESSIONARIA RODOVIA PRES. DUTRA S.A. NOVADUTRA MB
CONFAB INDUSTRIAL S.A. CONFAB N1
CONSERVAS ODERICH S.A. ODERICH  
CONSORCIO ALFA DE ADMINISTRACAO S.A. ALFA CONSORC  
CONSTRUTORA ADOLPHO LINDENBERG S.A. CONST A LIND  
CONSTRUTORA BETER S.A. CONST BETER MB
CONSTRUTORA LIX DA CUNHA S.A. LIX DA CUNHA  
CONSTRUTORA SULTEPA S.A. SULTEPA  
CONSTRUTORA TENDA S.A. TENDA  
CONTAX PARTICIPACOES S.A. CONTAX  
CORREA RIBEIRO S.A. COMERCIO E INDUSTRIA COR RIBEIRO  
COSAN ALIMENTOS S.A. COSAN ALM  
COSAN LIMITED COSAN LTD DR3
COSAN S.A. INDUSTRIA E COMERCIO COSAN NM
CP CIMENTO E PARTICIPACOES S.A. CP CIMENTO MB
CPFL ENERGIA S.A. CPFL ENERGIA NM
CPFL GERACAO DE ENERGIA S.A. CPFL GERACAO  
CR2 EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS S.A. CR2 NM
CREMER S.A. CREMER NM
CSU CARDSYSTEM S.A. CSU CARDSYST NM
CTEEP - CIA TRANSMISSÃO ENERGIA ELÉTRICA PAULISTA TRAN PAULIST N1
CTX PARTICIPAÇÕES S.A. CTX PART  
CYRELA BRAZIL REALTY S.A.EMPREEND E PART CYRELA REALT NM
CYRELA COMMERCIAL PROPERT S.A. EMPR PART CYRE COM-CCP NM
DALETH PARTICIPACOES S.A. DALETH PART MB
DHB INDUSTRIA E COMERCIO S.A. D H B  
DIAGNOSTICOS DA AMERICA S.A. DASA NM
DIBENS LEASING S.A. - ARREND.MERCANTIL DIBENS LSG  
DIMED S.A. DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS DIMED  
DINAMICA ENERGIA S.A. DINAMICA ENE MB
DIRECIONAL ENGENHARIA S.A. DIRECIONAL NM
DIXIE TOGA S.A. DIXIE TOGA  
DOCAS INVESTIMENTOS S.A. DOCAS  
DOHLER S.A. DOHLER  
DROGASIL S.A. DROGASIL NM
DTCOM - DIRECT TO COMPANY S.A. DTCOM-DIRECT  
DUFRY SOUTH AMERICA LTD. DUFRYBRAS DR3
DUKE ENERGY INT. GER. PARANAPANEMA S.A. GER PARANAP  
DURATEX S.A. DURATEX NM
EBX BRASIL S.A. EBX BRASIL  
ECORODOVIAS CONCESSÕES E SERVIÇOS S.A. ECON  
ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA S.A. ECORODOVIAS NM
EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A. ENERGIAS BR NM
ELECTRO ACO ALTONA S.A. ACO ALTONA  
ELEKEIROZ S.A. ELEKEIROZ  
ELEKTRO - ELETRICIDADE E SERVICOS S.A. ELEKTRO  
ELETROBRÁS PARTICIPAÇÕES S.A. - ELETROPAR ELETROPAR  
ELETRON S.A. ELETRON MB
ELETROPAULO METROP. ELET. SAO PAULO S.A. ELETROPAULO N2
ELUMA S.A. INDUSTRIA E COMERCIO ELUMA  
EMAE - EMPRESA METROP.AGUAS ENERGIA S.A. EMAE  
EMBRAER-EMPRESA BRAS DE AERONAUTICA S.A. EMBRAER NM
EMBRATEL PARTICIPACOES S.A. EMBRATEL PAR  
EMPRESA CONC RODOV DO NORTE S.A.ECONORTE ECONORTE  
EMPRESA CONC RODOV DO SUL S.A. - ECOSUL ECOSUL  
EMPRESA ENERG MATO GROS.SUL S.A.-ENERSUL ENERSUL  
EMPRESA INVEST ENERGIAS RENOVAVEIS S.A. ERSA ENERGIA  
EMPRESA NAC COM REDITO PART S.A.ENCORPAR ENCORPAR  
ENERGISA S.A. ENERGISA  
EQUATORIAL ENERGIA S.A. EQUATORIAL NM
ESPIRITO SANTO CENTR.ELETR. S.A.-ESCELSA ESCELSA  
ESTACIO PARTICIPACOES S.A. ESTACIO PART NM
ETERNIT S.A. ETERNIT NM
EUCATEX S.A. INDUSTRIA E COMERCIO EUCATEX  
EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A. EVEN NM
EXCELSIOR ALIMENTOS S.A. EXCELSIOR  
EZ TEC EMPREEND. E PARTICIPACOES S.A. EZTEC NM
FABRICA TECIDOS CARLOS RENAUX S.A. FAB C RENAUX  
FERROVIA CENTRO-ATLANTICA S.A. FER C ATLANT  
FERTILIZANTES FOSFATADOS S.A.- FOSFERTIL FOSFERTIL  
FERTILIZANTES HERINGER S.A. FER HERINGER NM
FIACAO TEC SAO JOSE S.A. TECEL S JOSE  
FIBAM COMPANHIA INDUSTRIAL FIBAM  
FIBRA CIA SECURIT. DE CRED. IMOBILIARIOS FIBRA SEC  
FIBRIA CELULOSE S.A. FIBRIA N1
FINANCEIRA ALFA S.A.- CRED FINANC E INVS ALFA FINANC  
FINANSINOS S.A.- CREDITO FINANC E INVEST FINANSINOS  
FLEURY S.A. FLEURY NM
FORJAS TAURUS S.A. FORJA TAURUS  
FORPART S.A. FORPART MB
FRAS-LE S.A. FRAS-LE N1
FUTURETEL S.A. FUTURETEL MB
GAFISA S.A. GAFISA NM
GAIA SECURITIZADORA S.A. GAIA SECURIT MB
GAMA PARTICIPACOES S.A. GAMA PART MB
GAZOLA S.A. INDUSTRIA METALURGICA GAZOLA  
GENERAL SHOPPING BRASIL S.A. GENERALSHOPP NM
GERDAU S.A. GERDAU N1
GLOBEX UTILIDADES S.A. GLOBEX  
GOL LINHAS AEREAS INTELIGENTES S.A. GOL N2
GP INVESTMENTS, LTD. GP INVEST DR3
GPC PARTICIPACOES S.A. GPC PART  
GRAZZIOTIN S.A. GRAZZIOTIN  
GRENDENE S.A. GRENDENE NM
GRUCAI PARTICIPACOES S.A. GRUCAI  
GTD PARTICIPACOES S.A. GTD PART MB
GUARARAPES CONFECCOES S.A. GUARARAPES  
GVT (HOLDING) S.A. GVT HOLDING NM
HAGA S.A. INDUSTRIA E COMERCIO HAGA S/A  
HELBOR EMPREENDIMENTOS S.A. HELBOR NM
HERCULES S.A. FABRICA DE TALHERES HERCULES  
HOPI HARI S.A. PQ HOPI HARI  
HOTEIS OTHON S.A. HOTEIS OTHON  
HYPERMARCAS S.A. HYPERMARCAS NM
IDEIASNET S.A. IDEIASNET NM
IGB ELETRÔNICA S/A IGB S/A  
IGUATEMI EMPRESA DE SHOPPING CENTERS S.A IGUATEMI NM
IMIGRANTES CIA SEC.DE CRED.IMOBILIARIOS IMIGRANTES  
IMOWEL SECURITIZADORA S.A. IMOWEL SEC  
INDUSTRIAS J B DUARTE S.A. J B DUARTE  
INDUSTRIAS ROMI S.A. INDS ROMI NM
INEPAR ENERGIA S.A. IENERGIA  
INEPAR S.A. INDUSTRIA E CONSTRUCOES INEPAR  
INEPAR TELECOMUNICACOES S.A. INEPAR TEL  
INFRASEC SECURITIZADORA S.A. INFRASEC  
INPAR S.A. INPAR S/A NM
INV E PART INFRA-ESTRUTURA S.A. -INVEPAR INVEPAR MB
INVESTCO S.A. INVESTCO  
INVESTIMENTOS BEMGE S.A. INVEST BEMGE  
INVITEL LEGACY S.A. INVIT LEGACY MB
IOCHPE MAXION S.A. IOCHP-MAXION NM
ITAITINGA PARTICIPACOES S.A. ITAITINGA  
ITAPEBI GERACAO DE ENERGIA S.A. ITAPEBI  
ITAU UNIBANCO HOLDING S.A. ITAUUNIBANCO N1
ITAUSA INVESTIMENTOS ITAU S.A. ITAUSA N1
ITAUSEG PARTICIPACOES S.A. ITAUSEG MB
ITAUTEC S.A. - GRUPO ITAUTEC ITAUTEC  
J. MACEDO S.A. J.MACEDO  
JBS S.A. JBS NM
JEREISSATI PARTICIPACOES S.A. JEREISSATI  
JHSF PARTICIPACOES S.A. JHSF PART NM
JOAO FORTES ENGENHARIA S.A. JOAO FORTES  
JOSAPAR-JOAQUIM OLIVEIRA S.A. - PARTICIP JOSAPAR  
KARSTEN S.A. KARSTEN  
KEPLER WEBER S.A. KEPLER WEBER  
KLABIN S.A. KLABIN S/A N1
KLABIN SEGALL S.A. KLABINSEGALL  
KROTON EDUCACIONAL S.A. KROTON N2
LA FONTE TELECOM S.A. LA FONTE TEL  
LAEP INVESTMENTS LTD. LAEP DR3
LARK S.A. MAQUINAS E EQUIPAMENTOS LARK MAQS  
LF TEL S.A. LF TEL  
LIGAFUTEBOL S.A. LIGAFUTEBOL MB
LIGHT S.A. LIGHT S/A NM
LIGHT SERVICOS DE ELETRICIDADE S.A. LIGHT  
LITEL PARTICIPACOES S.A. LITEL MB
LIVRARIA DO GLOBO S.A. LIVR GLOBO  
LLX LOGISTICA S.A. LLX LOG NM
LOCALIZA RENT A CAR S.A. LOCALIZA NM
LOG-IN LOGISTICA INTERMODAL S.A. LOG-IN NM
LOJAS AMERICANAS S.A. LOJAS AMERIC  
LOJAS HERING S.A. LOJAS HERING  
LOJAS RENNER S.A. LOJAS RENNER NM
LONGDIS S.A. LONGDIS MB
LPS BRASIL - CONSULTORIA DE IMOVEIS S.A. LOPES BRASIL NM
LUPATECH S.A. LUPATECH NM
M G POLIESTER S.A. M G POLIEST  
M.DIAS BRANCO S.A. IND COM DE ALIMENTOS M.DIASBRANCO NM
MAGNESITA REFRATARIOS S.A. MAGNESITA SA NM
MAHLE-METAL LEVE S.A. METAL LEVE  
MANGELS INDUSTRIAL S.A. MANGELS INDL N1
MANUFATURA DE BRINQUEDOS ESTRELA S.A. ESTRELA  
MAORI S.A. MAORI MB
MARAMBAIA ENERGIA RENOVAVEL S.A. MARAMBAIA  
MARCOPOLO S.A. MARCOPOLO N2
MARFRIG ALIMENTOS S/A MARFRIG NM
MARISA S.A. MARISA NM
MARISOL S.A. MARISOL  
MATONE SECURITIZADORA S.A. MATONE SEC  
MEDIAL SAUDE S.A. MEDIAL SAUDE NM
MENDES JUNIOR ENGENHARIA S.A. MENDES JR  
MERCANTIL BRASIL FINANC S.A. C.F.I. MERC FINANC  
METALFRIO SOLUTIONS S.A. METALFRIO NM
METALGRAFICA IGUACU S.A. METAL IGUACU  
METALURGICA DUQUE S.A. MET DUQUE  
METALURGICA GERDAU S.A. GERDAU MET N1
METALURGICA RIOSULENSE S.A. RIOSULENSE  
METISA METALURGICA TIMBOENSE S.A. METISA  
MILLENNIUM INORGANIC CHEMICALS BR S.A. MILLENNIUM  
MINASMAQUINAS S.A. MINASMAQUINA  
MINERVA S.A. MINERVA NM
MINUPAR PARTICIPACOES S.A. MINUPAR  
MMX MINERACAO E METALICOS S.A. MMX MINER NM
MOENA PARTICIPACOES S.A. MOENA PART MB
MONTEIRO ARANHA S.A. MONT ARANHA  
MONTICIANO PARTICIPACOES S.A. MONTICIANO MB
MPX ENERGIA S.A. MPX ENERGIA NM
MRS LOGISTICA S.A. MRS LOGIST MB
MRV ENGENHARIA E PARTICIPACOES S.A. MRV NM
MULTIPLAN - EMPREEND IMOBILIARIOS S.A. MULTIPLAN N2
MULTIPLUS S.A. MULTIPLUS NM
MUNDIAL S.A. - PRODUTOS DE CONSUMO MUNDIAL  
NADIR FIGUEIREDO IND E COM S.A. NADIR FIGUEI  
NATURA COSMETICOS S.A. NATURA NM
NEOENERGIA S.A. NEOENERGIA MB
NET SERVICOS DE COMUNICACAO S.A. NET N2
NEWTEL PARTICIPACOES S.A. NEWTEL PART MB
NORCON - SOC. NORD. DE CONTRUCOES S.A. NORCON MB
NORDON INDUSTRIAS METALURGICAS S.A. NORDON MET  
NOVA ACAO PARTICIPACOES S.A. NOVA SUL AME  
NOVA AMERICA S.A. NOVA AMERICA MB
NOVA SECURITIZACAO S.A. NOVA SECURIT  
NOVAMARLIM PARTICIPACOES S.A. NOVAMARLIM MB
NOVAMARLIM PETROLEO S.A. NOVAMARL PET MB
NUTRIPLANT INDUSTRIA E COMERCIO S.A. NUTRIPLANT MA
OBRASCON HUARTE LAIN BRASIL S.A. OHL BRASIL NM
ODONTOPREV S.A. ODONTOPREV NM
OGX PETROLEO E GAS PARTICIPACOES S.A. OGX PETROLEO NM
OPPORTUNITY ENERGIA E PARTICIPACOES S.A. OPPORT ENERG MB
OSX BRASIL S.A. OSX BRASIL NM
PANATLANTICA S.A. PANATLANTICA  
PARANA BCO S.A. PARANA N1
PARANAPANEMA S.A. PARANAPANEMA N1
PARCOM PARTICIPACOES S.A. PARCOM PART MB
PATRIA CIA SECURITIZADORA DE CRED IMOB PATRIA SEC  
PDG REALTY S.A. EMPREEND E PARTICIPACOES PDG REALT NM
PETROLEO BRASILEIRO S.A. PETROBRAS PETROBRAS  
PETROPAR S.A. PETROPAR  
PETTENATI S.A. INDUSTRIA TEXTIL PETTENATI  
PLASCAR PARTICIPACOES INDUSTRIAIS S.A. PLASCAR PART  
POLPAR S.A. POLPAR  
PORTO SEGURO S.A. PORTO SEGURO NM
PORTOBELLO S.A. PORTOBELLO NM
POSITIVO INFORMATICA S.A. POSITIVO INF NM
PRIVATINVEST PARTICIPACOES S.A. PRIVATINVEST MB
PRÓ METALURGIA S.A. PRO METALURG  
PRODUTORES ENERGET.DE MANSO S.A.- PROMAN PROMAN MB
PROFARMA DISTRIB PROD FARMACEUTICOS S.A. PROFARMA NM
PROMPT PARTICIPACOES S.A. PROMPT PART MB
PRONOR PETROQUIMICA S.A. PRONOR  
QGN PARTICIPACOES S.A. QGN PARTIC MB
QUATTOR PETROQUIMICA S.A. QUATTOR PETR  
RANDON S.A. IMPLEMENTOS E PARTICIPACOES RANDON PART N1
RASIP AGRO PASTORIL S.A. RASIP AGRO  
RB CAPITAL SECURIT. RESIDENCIAL S.A. RBCAPITALRES MB
RB CAPITAL SECURITIZADORA S.A. RBCAPITALSEC MB
RECRUSUL S.A. RECRUSUL  
REDE ENERGIA S.A. REDE ENERGIA  
REDECARD S.A. REDECARD NM
REFINARIA DE PETROLEOS MANGUINHOS S.A. PET MANGUINH  
RENAR MACAS S.A. RENAR NM
RENOVA ENERGIA S.A. RENOVA  
RESTOQUE COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. LE LIS BLANC NM
RET PARTICIPACOES S.A. RET PART MB
RIMET EMPREEND INDS E COMERCIAIS S.A. RIMET  
RIO GRANDE ENERGIA S.A. RIO GDE ENER  
RODOBENS NEGOCIOS IMOBILIARIOS S.A. RODOBENSIMOB NM
ROSSI RESIDENCIAL S.A. ROSSI RESID NM
S.A. (VIACAO AEREA-RIOGRANDENSE) SAVARG  
SAM INDUSTRIAS S.A. SAM INDUSTR  
SANESALTO SANEAMENTO S.A. SANESALTO  
SANSUY S.A. INDUSTRIA DE PLASTICOS SANSUY  
SANTHER FAB DE PAPEL STA THEREZINHA S.A. SANTHER  
SANTOS BRASIL PARTICIPACOES S.A. SANTOS BRP N2
SANTOS BRASIL S.A. SANTOS BRAS  
SAO CARLOS EMPREEND E PARTICIPACOES S.A. SAO CARLOS NM
SAO MARTINHO S.A. SAO MARTINHO NM
SAO PAULO ALPARGATAS S.A. ALPARGATAS N1
SAO PAULO TURISMO S.A. SPTURIS  
SARAIVA S.A. LIVREIROS EDITORES SARAIVA LIVR N2
SAUIPE S.A. SAUIPE  
SCHULZ S.A. SCHULZ  
SEB - SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO S.A SEB N2
SELECTPART PARTICIPACOES S.A. SELECTPART MB
SERGEN SERVICOS GERAIS DE ENG S.A. SERGEN  
SETIBA PARTICIPACOES S.A. SETIBA PART MB
SIDERURGICA J. L. ALIPERTI S.A. ALIPERTI  
SLC AGRICOLA S.A. SLC AGRICOLA NM
SOLVAY INDUPA S.A.I.C. SOLVAYINDUPA CIA
SONDOTECNICA ENGENHARIA SOLOS S.A. SONDOTECNICA  
SOUZA CRUZ S.A. SOUZA CRUZ  
SPRINGER S.A. SPRINGER  
SPRINGS GLOBAL PARTICIPACOES S.A. SPRINGS NM
STEEL DO BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. STEEL BRASIL  
SUBESTACAO ELETROMETRO S.A. SUBESTACAO  
SUDESTE S.A. SUDESTE S/A MB
SUL 116 PARTICIPACOES S.A. SUL 116 PART MB
SUL AMERICA S.A. SUL AMERICA N2
SUZANO HOLDING S.A. SUZANO HOLD  
SUZANO PAPEL E CELULOSE S.A. SUZANO PAPEL N1
TAIPE TRANCOSO EMPREENDIMENTOS S.A. TAIPE MB
TAM S.A. TAM S/A N2
TARPON INVESTIMENTOS S.A. TARPON INV NM
TC SECURITIES CIA DE SECURITIZACAO TC SECURIT  
TEC TOY S.A. TECTOY  
TECBLU TECELAGEM BLUMENAU S.A. TEC BLUMENAU  
TECNISA S.A. TECNISA NM
TECNOSOLO ENGENHARIA S.A. TECNOSOLO  
TEGMA GESTAO LOGISTICA S.A. TEGMA NM
TEKA-TECELAGEM KUEHNRICH S.A. TEKA  
TEKNO S.A. - INDUSTRIA E COMERCIO TEKNO  
TELE NORTE CELULAR PARTICIPACOES S.A. TELE NORT CL  
TELE NORTE LESTE PARTICIPACOES S.A. TELEMAR  
TELEC BRASILEIRAS S.A. TELEBRAS TELEBRAS  
TELEC DE SAO PAULO S.A. - TELESP TELESP  
TELEFONICA S.A. TELEFONICA DR3
TELEMAR NORTE LESTE S.A. TELEMAR N L  
TELEMAR PARTICIPACOES S.A. TELEMAR PART  
TELINVEST S.A. TELINVEST MB
TEMPO PARTICIPACOES S.A. TEMPO PART NM
TERMINAIS PORTUARIOS PONTA DO FELIX S.A. TERMIN PORT  
TERMINAL GARAGEM MENEZES CORTES S.A. MENEZES CORT MB
TERMOPERNAMBUCO S.A. TERMOPE  
TEXTIL RENAUXVIEW S.A. TEX RENAUX  
TFA SECURITIZADORA S.A. TFA SECURIT  
TIG HOLDING LTD. TIG LTD DR3
TIM PARTICIPACOES S.A. TIM PART S/A  
TIVIT TERC. DE PROC., SERV. E TEC. S.A. TIVIT NM
TOTVS S.A. TOTVS NM
TPI - TRIUNFO PARTICIP. E INVEST. S.A. TRIUNFO PART NM
TRACTEBEL ENERGIA S.A. TRACTEBEL NM
TRANSMISSORA ALIANÇA DE ENERGIA ELÉTRICA S.A. TERNA PART N2
TREVISA INVESTIMENTOS S.A. TREVISA  
TRISUL S.A. TRISUL NM
TRORION S.A. TRORION  
TUPY S.A. TUPY  
ULBRA RECEBIVEIS S.A. ULBRA RECEB  
ULTRAPAR PARTICIPACOES S.A. ULTRAPAR N1
UNI CIDADE SP TRUST DE RECEBIVEIS S.A. UNI CIDADE  
UNIDAS S.A. UNIDAS  
UNIPAR UNIAO DE IND PETROQ S.A. UNIPAR N1
UNIVERCIDADE TRUST DE RECEBIVEIS S.A. UNIVERCIDADE  
UNIVERSO ONLINE S.A. UOL N2
UPTICK PARTICIPACOES S.A. UPTICK MB
USINA COSTA PINTO S.A. ACUCAR ALCOOL USIN C PINTO  
USINAS SID DE MINAS GERAIS S.A.-USIMINAS USIMINAS N1
VALE S.A. VALE N1
VALETRON S.A. VALETRON MB
VARIG PARTIC EM SERV COMPLEMENTARES S.A. VARIG SERV  
VARIG PARTIC EM TRANSPORTES AEREOS S.A. VARIG TRANSP  
VBC ENERGIA S.A. VBC ENERGIA  
VICUNHA SIDERURGIA S.A. VICUNHA SID  
VICUNHA TEXTIL S.A. VICUNHA TEXT  
VISION SECURITIZADORA S.A. VISION SEC  
VIVO PARTICIPACOES S.A. VIVO  
VOTORANTIM FINANCAS S.A. VOTORANTIM MB
VULCABRAS S.A. VULCABRAS  
WEG S.A. WEG NM
WEMBLEY SOCIEDADE ANONIMA WEMBLEY  
WETZEL S.A. WETZEL S/A  
WHIRLPOOL S.A. WHIRLPOOL  
WIEST S.A. WIEST  
WILSON SONS LTD. WILSON SONS DR3
WLM - INDUSTRIA E COMERCIO S.A. WLM IND COM  
WTORRE CRJ SECURITIZADORA CRED IMOB S.A. WTORRE CRJ  
WTORRE FIDES SECURITIZADORA CRED IMOB SA WTORRE FIDES  
WTORRE NSBC SECURITIZADORA CRED IMOB S.A WTORRE NSBC  
WTORRE PIC SECURITIZADORA CRED IMOB S.A. WTORRE PIC MB
WTORRE SECURITIZADORA CRED IMOB S.A. WTORRE SEC  
WTORRE TC SECURITIZADORA CRED IMOB S.A. WTORRE TC  
WTORRE TSSP SECURITIZADORA CRED IMOB S.A WTORRE TSSP  
WTORRE VPA SECURITIZADORA CRED IMOB S.A. WTORRE VPA  
WTORRE VRJ SECURITIZADORA CRED IMOB S.A. WTORRE VRJ  
XX DE NOVEMBRO SECURIT CRED IMOB S.A. XX NOVEMBRO MB
YARA BRASIL FERTILIZANTES S.A. YARA BRASIL  
ZAIN PARTICIPACOES S.A. ZAIN PART MB
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PROJETOS DE LEIS EM ANDAMENTO NO CONGRESSO NACIONAL
http://www1.senado.gov.br/sicon/default.htm
» pesquisa sobre o andamento de projetos de leis.
» encolher na lista de opções o item "PROJ Projetos em tramitação - PRJ 1 + PRJ2"

CÂMARA DOS DEPUTADOS
http://www.camara.gov.br/

CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL E BANCO CENTRAL DO BRASIL
http://www.bcb.gov.br/mPag.asp?perfil=1&cod=114&codP=112
» normativos sobre as regras de aplicação dos fundos de pensão, instituições financeiras.

COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
www.cvm.gov.br
» normativos sobre o mercado de capitais.
» PARA OBTER TEXTOS EM AUDIÊNCIA PÚBLICA
» clicar em "audiência pública".

LEGISLAÇÃO FEDERAL EM GERAL
www.planalto.gov.br
» PARA OBTER TEXTO DE LEIS OU DE MEDIDAS PROVISÓRIAS
» clicar em "legislação" e escolher o que se procura: leis, decretos, medidas provisórias, etc.
» PARA OBTER LEIS OU NORMATIVOS, clicar em "legislação e regulamentação"
» clicar em "Lei 6404/76" ou "Lei nº 6.386/76", para obter o texto atualizado destes diplomas legais.
» clicar em "atos CVM" para escolher o que se deseja: instrução, deliberação, etc.

RECEITA FEDERAL
http://www.receita.fazenda.gov.br/
» clicar em "legislação"

PESQUISA DA LEGISLAÇÃO SOBRE MERCADO DE CAPITAIS
http://www.cnb.org.br:80/html/legisla.html

BOLSA DE VALORES DE SÃO PAULO - BOVESPA
Bovespa

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS BANCOS DE INVESTIMENTO - ANBID
Anbid

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS - CPC

CPC

COMITÊ DE ORIENTAÇÃO PARA DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES AO MERCADO - CODIM
Codim

Projetos de Lei

Projeto de Lei

Ementa

Resumo

Andamento

 

2550/00

Dispõe sobre as ações ordinárias e preferenciais não reclamadas correspondentes a participação acionária em sociedades anônimas de capital aberto.

Transfere para a propriedade da União as ações não reclamadas.

Projeto em trâmite no Senado com o número 119/05, aguardando realização de audiência pública na CAE.

 

 

2814/00

Altera o art. 60 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, que dispõe sobre as Sociedades por Ações, fixando limites para emissão de debêntures, sendo oitenta por cento do valor dos bens gravados, próprios ou de terceiros, com garantia real ou cem por cento do patrimônio liquido, nos demais casos. na hipótese de oferta publica a CVM poderá, justificadamente, fixar outros limites.

Impede a emissão de debêntures sem garantia, que ultrapassem o patrimônio líquido da empresa.

Em 03/06/03
COORDENAÇÃO DE COMISSÕES PERMANENTES  (CCP)
Encaminhada à publicação. Parecer da Comissão de Finanças e Tributação publicado no DCD de 21/03/03, Letra A, PÁG 8965, COL 02

896/03

Dá nova redação ao parágrafo único do artigo 140 da lei 6404, para assegurar a participação dos trabalhadores na gestão das empresas regidas pela lei das S/As.

Obriga a eleição de um Conselheiro de Administração pelos empregados.

Em 31/01/2007: Mesa Diretora da Câmara dos Deputados  (MESA)
Arquivado nos termos do Artigo 105 do Regimento Interno

 

5672/01

Elimina a permissão de dupla estrutura do capital, prevendo a existência de três classes de ações: ordinárias, de fruição e especiais e estabelece normas de transição, relativamente às ações preferenciais, dentre outras alterações.

Impede a emissão de ações preferenciais e dá prazo para compulsoriamente transformar preferenciais em ordinárias.

Em 13/02/2007
Mesa Diretora da Câmara dos Deputados  (MESA)
Apresentação do REQUERIMENTO N.º 247, DE 2007, pelo Deputado(a) Luiz Carlos Hauly, que solicita o desarquivamento de proposição.

2457/03

Aumenta para 90% (noventa por cento), pelo menos, o preço mínimo a ser pago pelas ações com direito a voto que não integram o "bloco de controle" de companhia aberta. Dispõe que a indicação de nomes de candidatos a membros do Conselho de Administração seja feita pelos acionistas minoritários que detenham maior participação no capital social.

Aumenta o tag along de 80% para 90%, e dá aos minoritários poder de indicar candidatos ao Conselho de Administração.

Em 231/01/2007
Mesa Diretora da Câmara dos Deputados  (MESA)
Arquivado nos termos do Artigo 105 do Regimento Interno

1129/03

Revogando dispositivos que isenta do imposto de renda os lucros de dividendos distribuídos aos sócios acionistas.

Cria IR fonte sobre dividendos.

Em 24/05/2003
COORDENAÇÃO DE COMISSÕES PERMANENTES  (CCP)
Ao Arquivo - Memorando nº 113/06

32/99

Cria balanço social para as empresas que menciona.

Obriga a elaboração de balanço social para empresas privadas com mais de cem funcionários. E regula o modelo de balanço.

Em 06/03/2007
Mesa Diretora da Câmara dos Deputados  (MESA)
Apresentação do REQUERIMENTO N.º 460, DE 2007, pelo Deputado(a) Paulo Rocha, que solicita o desarquivamento de proposição.

7244/02

 

 

Incluindo como Crime contra o Mercado de Capitais a inserção de elemento falso em demonstrativo contábil de companhia aberta.

Criminaliza elemento falso em demonstração contábil de companhia aberta.

Em 31/01/2007
Mesa Diretora da Câmara dos Deputados  (MESA)
Arquivado nos termos do Artigo 105 do Regimento Interno.

 

4765/05

Altera a legislação tributária, dispõe sobre a apuração do imposto de renda pelo lucro presumido, e dá outras providências.

Atualizando os valores do limite de receita para a apuração do lucro presumido e aumentando a alíquota do imposto de renda na fonte incidente sobre o pagamento dos juros sobre o capital próprio.

Em 31/01/2007
Mesa Diretora da Câmara dos Deputados  (MESA)
Arquivado nos termos do Artigo 105 do Regimento Interno.

5877/05

Estrutura o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência e dispõe sobre a prevenção e repressão às infrações contra a ordem econômica e dá outras providências.

Reestruturando o SBDC - Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência, que será formado pelo CADE e pela SEAE - Secretaria de Acompanhamento Econômico, revogando dispositivos da Lei nº 8.884, de 1994 (Lei de Defesa da Concorrência).

Em 06/02/2007
Mesa Diretora da Câmara dos Deputados  (MESA)
Apresentação do REQUERIMENTO N.º 53, DE 2007, pelo Deputado(a) Carlos Eduardo Cadoca, que solicita o desarquivamento de proposição.

3741/00

Altera e revoga dispositivos da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, define e estende às sociedades de grande porte disposições relativas à elaboração e publicação de demonstrações contábeis e dispõe sobre os requisitos de qualificação de entidades de estudo e divulgação de princípios, normas e padrões de contabilidade e auditoria como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público.

Altera a parte contábil da Lei das S/A

Em 08/03/2007
Comissão de Finanças e Tributação  (CFT)
Encerrado o prazo para emendas ao projeto. Foram apresentadas 2 emendas.

PLS 214/06

Altera a redação do § 1º art. 111 da Lei nº 6404, de 15 de dezembro de 1976, para estabelecer a aquisição do direito de voto pelos titulares de ações preferenciais sem direito a voto ou com limitação desse direito, no caso de não-pagamento de dividendos pelo prazo de três exercícios consecutivos.

O projeto amplia o escopo do dispositivo da Lei societária para estabelecer que os  titulares das ações preferenciais sem direito a voto passarão a ter essa prerrogativa se a companhia, pelo prazo de 3 exercícios consecutivos, não lhes pagar nenhum dividendo.

Em 29/08/2006 : CAE – Comissão de Assuntos Econômicos.
Devolvido pelo Relator, Senador José Agripino (PFL/RN), com minuta de relatório favorável ao Projeto.

PLP 137/2004

Criação, valor, limite máximo, consumo, gastos pessoais, pessoa física, utilização, renda mensal, dependente, definição, cálculo, renda per capita, (IBGE), aplicação de recursos, excedente, caderneta de poupança, empréstimo compulsório, Banco do Brasil, (CEF), penalidade, infrator, multa, inclusão, cadastro, dívida pública, prazo, parcelamento, devolução, recursos financeiros, critérios, saque, contas, morte, titular, aquisição, casa própria, doença grave. - Criação, Conselho Nacional, Poupança, vinculação, Presidência da República, composição, competência, aprovação, aplicação de recursos.

O projeto cria um limite máximo de consumo.

Em 16/03/2004: PLENÁRIO  (PLEN)
Apresentação do Projeto de Lei Complementar pelo Deputado Nazareno Fonteles (PT-PI)

 


 Confederação Nacional do Petróleo, Gás Natural,
 Biocombustíveis e Energias Renováveis

A Serviço do Desenvolvimento do BRASIL 

A CONPETRO, representa e congrega os setores da Indústria e do Comércio de Bens & Serviços da cadeia produtiva do Petróleo, Gás Natural, Biocombustíveis e Energias Renováveis do BRASIL. 

"Ética, transparência e respeito são a base da nossa relação com à sociedade".

E-Mail: Conpetro@uol.com.br, Presidencia@conpetro.com.br
            Consultoria@conpetro.com.br, ConfederacaodoPetroleo@conpetro.com.br, 

Gas Data Transparency Conference, 26th October 2010, Moscow Gas Conference transparência de dados, 26 de outubro de 2010, Moscovo

PETROBRAS SEBRAE PROMINP       

 
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