"Na democracia, o processo de formação das políticas públicas demanda participação de todos os segmentos da sociedade civil, informação confiável, representação qualificada, transparência e ética."
Confederação Nacional do Petróleo,Gás Natural, Biocombustíveis e Energias Renováveis
A Serviço do Desenvolvimento do BRASIL
Dr. Marcílio Novaes Maxxon
"O combate à corrupção está intimamente vinculado à transparência".
INTELIGÊNCIA POLÍTICA Compromisso com a TRANSPARÊNCIA CONPETRO
Está no ar a campanha que divulga o investimento da Petrobras de mais de R$ 32 bilhões na modernização de seu parque de refino. Deste montante, R$ 16 bilhões foram destinados à produção do Diesel S-50, produto com baixo teor de enxofre que começou a ser distribuído em 2009 para frotas de ônibus em algumas regiões do país e que, a partir de janeiro de 2012, será disponibilizado para todos os estados brasileiros. A lista dos 900 postos que inicialmente irão fornecê-lo será divulgada até 01 de janeiro de 2012. A rede de postos já está em adaptação e deve crescer.
O uso do Diesel S-50 nos novos motores (frota com tecnologia P7, que será produzida a partir de 2012) resultará na redução de, no mínimo, 80% da emissão de material particulado. Enquanto o uso do Arla (Agente Redutor Líquido Automotivo) 32, uma solução de ureia utilizada nos novos veículos pesados a diesel, permitirá reduzir em até 98% a emissão de NOx (óxidos nitrosos), um dos gases de efeito estufa, além de reduzir o consumo de combustível. Nos postos Petrobras, o produto será comercializado com a marca Flua.
A Companhia realizou aportes de mais de R$ 105 milhões na unidade de produção do Arla 32 em sua fábrica de fertilizantes em Camaçari. Entre 2011 e 2015, serão investidos, ainda, R$ 29,2 bilhões na modernização das refinarias, sendo R$ 21,8 bilhões no programa de qualidade do diesel. Em 2013, a Petrobras disponibilizará o Diesel S-10, com teor de enxofre ainda menor.
A Petrobras e a montadora MAN assinaram nesta quarta-feira (14/12) um memorando de parceria para o desenvolvimento de projetos no campo de combustíveis e combustão em motores de veículos pesados. A parceria visa a unir a experiência da Companhia no desenvolvimento de combustíveis à da MAN em motores a combustão para o estudo em conjunto de novas tecnologias. As equipes das empresas também trabalharão, por exemplo, para criar um modelo de cálculo do fenômeno da combustão, tendo como base as propriedades físico-químicas dos combustíveis brasileiros. Um dos objetivos é desenvolver combustíveis e motores mais eficientes e com menor emissão de poluentes,capazes de atender às demandas de uma mobilidade sustentável.
Com a entrada de novas tecnologias automotivas para o segmento de veículos pesados no país, em especial o uso de sistema de pós-tratamento dos gases de escapamento, e sendo o combustível nacional disponibilizado em diferentes teores de enxofre, a Petrobras considera muito importante estudar o desempenho de seus produtos nestas novas tecnologias. Com a obrigatoriedade da redução do teor de enxofre para 50 ppm em 2012 e 10 ppm em 2013, a parceria com a MAN será fundamental para estudos desse novo cenário no Brasil.
Sobre a MAN
A MAN Latin America foi criada oficialmente em 16 de março de 2009, com a aquisição da Volkswagen Caminhões e Ônibus pela MAN SE (empresa mãe do Grupo MAN). No Brasil, os veículos da MAN Latin America são montados na cidade de Resende (RJ). A fábrica possui hoje quase sete mil colaboradores e uma capacidade total de produção de 82 mil veículos por ano. É a maior fabricante de caminhões e a segunda maior de ônibus da América do Sul.
Em 2010, foram emplacados 45.319 caminhões da marca Volkswagen, assegurando a liderança tanto no segmento acima de cinco toneladas, com 29,1% de participação, quanto no mercado com mais de 3,5 toneladas, com 28,7%. A diferença em relação à marca segunda colocada foi superior a 4.400 unidades. Em ônibus, a linha Volksbus assegurou a vice-liderança em licenciamentos, com 7.523 licenciamentos, participação de 28,7% e aumento de 23% em relação a 2009.
A partir de janeiro de 2012, a Petrobras ampliará o fornecimento do Diesel S-50 – diesel com baixo teor de enxofre, para todos os estados brasileiros. O combustível, que começou a ser distribuído gradativamente a partir de janeiro de 2009, será disponibilizado em todo o país para a nova frota de veículos com tecnologia P7, que serão produzidos a partir de 2012. A fase P7 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores – Proconve – estabeleceu níveis de emissões veiculares mais baixos, que requerem uma tecnologia mais sofisticada nos motores.
O Diesel S-50 estará disponível inicialmente em mais de 900 postos de serviços Petrobras em todos os estados, permitindo ao caminhoneiro planejar sua viagem abastecendo exclusivamente em postos Petrobras. A Companhia também fornecerá o Arla 32, uma solução de ureia utilizada nos novos veículos pesados a diesel para redução de emissões. A Petrobras Distribuidora comercializará o Arla 32 com a marca Flua em sua rede de postos.
O uso do Diesel S-50 nos novos motores resultará na redução de, no mínimo, 80% da emissão de material particulado; e o uso do Arla 32 permitirá reduzir em até 98% a emissão de NOx (óxidos nitrosos), um dos gases de efeito estufa.
A Petrobras investe continuamente na melhoria da qualidade dos combustíveis. Entre 2005 e 2010, foram investidos R$ 32,8 bilhões para modernizar seu parque de refino, sendo R$ 16,6 bilhões para a produção do diesel de baixo teor de enxofre. Entre 2011 e 2015, ainda serão investidos R$ 29,2 bilhões na modernização das refinarias, sendo R$ 21,8 bilhões no programa de qualidade do diesel. Em 2013, a Petrobras disponibilizará o Diesel S-10, com teor de enxofre ainda menor.
Atualmente o Diesel S-50 é produzido nas Refinarias de Paulínia (Replan) e Henrique Lage (Revap), em São Paulo; de Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro; e Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais. A partir do primeiro trimestre de 2012, também será produzido nas Refinarias de Capuava (Recap), em São Paulo; Landulpho Alves (Rlam), na Bahia; e Presidente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná.
A Petrobras também investiu mais de R$ 105 milhões na unidade de produção do Arla 32 em sua fábrica de fertilizantes em Camaçari, na Bahia. A produção em escala comercial teve início em outubro de 2011 com capacidade de 63 mil m3 e chegará a 200 mil m3 em outubro de 2012.
Histórico
O Diesel S-50 começou a ser distribuído, a partir de janeiro de 2009, para as frotas de ônibus das regiões metropolitanas do estado de São Paulo (Baixada Santista, Campinas e São José dos Campos), da região metropolitana do Rio de Janeiro, dos municípios de Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Salvador. Em maio de 2009, passou a ser comercializado nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza e Recife para todos os veículos movidos a diesel.
Frente defende aumento do índice de biodiesel no diesel vendido no País
Beto Oliveira
Mendes Thame (D): adoção do diesel B20 vai melhorar a capacidade tecnológica do setor.
A Frente Parlamentar Ambientalista reforçou, em café da manhã nesta quarta-feira, o apoio à ampliação dos índices de biodiesel no diesel comercializado no País. As empresas do setor defendem que a mistura passe dos atuais 5% para 20% até 2020.
Segundo o presidente da União Brasileira de Biocombustíveis (Ubrabio), Juan Diego Ferrés, o setor já possui capacidade para dobrar a produção e atender a um eventual aumento da demanda por combustível com 10% de mistura de biodiesel. "Não se questionam os benefícios que o B5 (diesel com 5% de biodiesel) já trouxe para a nação. O que propomos aqui é ampliar essas vantagens por meio de um novo marco regulatório e do aumento da mistura obrigatória inicialmente para B10 e, até o ano de 2020, para B20", disse.
Avanço tecnológico Na avaliação do coordenador do Grupo de Trabalho de Energias Renováveis e Biocombustíveis, deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), a adoção obrigatória do diesel B10 e B20 também poderia melhorar a capacidade tecnológica do setor. "Não precisamos ficar nos 5%. Podemos passar para 10%, 12% agora. Já temos competência e capacidade para produzir. O que necessitamos é de um mercado cativo, para que os produtores brasileiros introduzam a cada ano mais tecnologia, mais conhecimento para produzir mais e melhor", afirmou.
Na Câmara, existe uma série de projetos que propõe a ampliação dos percentuais mínimos de biodiesel no diesel. Um deles (PL 5587/09), de autoria do próprio Mendes Thame, estabelece o aumento gradual do biodiesel na mistura vendida nas regiões metropolitanas, com a adoção do B20 em 2018.
Menos poluente Estudo da Ubrabio, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra que os novos percentuais de biodiesel trariam também benefícios ambientais e de saúde pública. Por ser menos poluente, o biodiesel contribui para a redução dos gases de efeito estufa na atmosfera.
Conforme a publicação, o uso da mistura B10 resultaria em 3.000 internações e 420 óbitos a menos nas seis principais capitais brasileiras. A mistura B20 teria um impacto de menos 4.800 internações e menos 690 óbitos.
De acordo com a Ubrabio, toda a cadeia produtiva do biodiesel já foi capaz de gerar cerca de 1,3 milhão de empregos no Brasil. Com a adoção de 20% de biodiesel no diesel comercializado, a estimativa é que sejam criados 6 milhões de novos postos de trabalho.
Comissão aprova incentivo à pecuária e produção de biocombustível
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou nesta quarta-feira a concessão de incentivos especiais ao proprietário rural que dividir sua terra entre a pecuária intensiva e lavouras destinadas à produção de biocombustíveis.
A medida foi proposta pelo deputado Eliene Lima (PP-MT) no Projeto de Lei 1056/07, que altera a Política Agrícola (Lei 8171/91).
Atualmente, recebem incentivos os proprietários: - que preservam e conservam a cobertura florestal nativa existente na propriedade; - recuperam com espécies nativas ou ecologicamente adaptadas as áreas já devastadas de sua propriedade; - sofrem limitação ou restrição no uso de recursos naturais existentes na sua propriedade, para fins de proteção dos ecossistemas.
Preservação ambiental O relator, deputado Leandro Sampaio (PPS-RJ), recomendou a aprovação, observando que a matéria revela preocupação com o abastecimento alimentar e com o aquecimento global.
"Sua justificação apresenta, como elemento motivador, a possibilidade de a pecuária ceder parte da sua área para a produção de biocombustíveis, sem prejudicar nem a oferta de carnes nem a preservação ambiental. Alegra-me ver preocupações tão atuais e relevantes", afirmou.
Apoio financeiro Entre os incentivos especiais previstos na proposta estão: - prioridade na obtenção de apoio financeiro oficial, através da concessão de crédito rural e outros tipos de financiamentos; - prioridade na concessão de benefícios associados a programas de infraestrutura rural, como energização, irrigação, armazenagem, telefonia e habitação; - preferência na prestação de serviços oficiais de assistência técnica e de fomento; - fornecimento de mudas de espécies nativas e/ou ecologicamente adaptadas produzidas com a finalidade de recompor a cobertura florestal; e - apoio técnico-educativo no desenvolvimento de projetos de preservação, conservação e recuperação ambiental.
1 - Ciclo Econômico da Cana-de-Açúcar Há mais de 500 anos, o açúcar tinha valor tão alto quanto o do ouro em toda a Europa, porque sua produção era limitada a quantidades que não supriam a demanda do mercado. Assim, o plantio de cana-de-açúcar era um negócio bastante rentável, mas que não era possível de se realizar na Europa, principalmente, por questões climáticas. Mais
2 - Os antigos engenhos Os engenhos funcionavam como fábricas de açúcar e compreendiam as seguintes instalações: casa grande, onde morava o senhor de engenho, seus familiares e serviçais; a capela, para celebrações religiosas cristãs; senzala dos escravos; e o próprio engenho, com diversas construções destinadas às várias fases de processamento do açúcar. Mais
3 - O declínio do século XIX No século XIX, o Brasil, que já tinha sido o maior produtor mundial de açúcar, caiu para o quinto lugar, ficando com apenas 8% da produção mundial. Já no século XX, com o fim do Ciclo do Café, houve uma retomada do cultivo da cana para produzir açúcar para o mercado interno. São Paulo e Rio de Janeiro passaram a abastecer o Sul do País, fazendo com que a atividade entrasse em declínio no Nordeste. Mais
4 - O etanol: combustível limpo e renovável Em 1975, o governo brasileiro criou o Programa Nacional do Álcool (Proálcool), que diversificou a atuação da indústria açucareira com grandes investimentos apoiados pelo Banco Mundial, possibilitando a ampliação da área plantada com cana-de-açúcar e a implantação de destilarias de álcool. A experiência serviu como alternativa para diminuir a vulnerabilidade energética do País, devido à crise mundial do petróleo. Mais
5 - Flex: etanol puro ou com gasolina A queda da demanda do álcool hidratado foi compensada pelo maior uso do anidro (sem água) misturado à gasolina, o que acompanhou o crescimento da frota brasileira de veículos leves. Em mais de 25 anos de história de utilização do álcool em larga escala, o Brasil desenvolveu tecnologia de motores e logística sem precedentes no mundo, com uma rede de mais de 28 mil postos com bombas de álcool hidratado. Mais
6 - Cultivo da cana hoje A cana ocupa cerca de 7 milhões de hectares ou cerca de 2% de toda a terra arável do País, que é o maior produtor mundial, seguido por Índia, Tailândia e Austrália. As regiões de cultivo são Sudeste, Centro-Oeste, Sul e Nordeste, permitindo duas safras por ano. Portanto, durante todo o ano o Brasil produz açúcar e etanol para os mercados interno e externo. Mais
Dados e Cotações - Estatísticas
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Centro de Tecnologia Canavieira O CTC - Centro de Tecnologia Canavieira atua há mais de 30 anos no desenvolvimento de tecnologias inovadoras para o setor canavieiro. Nossas pesquisas abrangem os elos da cadeia produtiva de cana-de-açúcar, álcool, açúcar e bioenergia, permitindo agregar valor às diversas etapas do processo e contribuindo com a evolução equilibrada do setor. O know-how acumulado nesses anos elevou o CTC a sinônimo de pioneirismo no setor em âmbito internacional. Seu prestígio é confirmado pelo ganho de eficiência conquistado pelo setor sucroalcooleiro, graças à utilização das tecnologias CTC e adoção de alguns de nossos processos como padrão de mercado.
O projeto CANASAT fornece informações sobre a distribuição espacial da área cultivada com cana-de-açúcar na região centro-sul do Brasil utilizando imagens de satélites de sensoriamento remoto. INTRODUÇÃO As imagens de sensoriamento remoto são obtidas por satélites a cerca de 800 km de altitude e podem ser utilizadas para observar diversas mudanças que ocorrem na superfície terrestre. Entre elas podemos destacar o monitoramento do cultivo da cana-de-açúcar que vem sendo feito através do projeto Canasat desde 2003 no Estado de São Paulo e desde 2005, para os demais estados produtores de cana da região centro-sul. O projeto Canasat utiliza imagens de satélites para identificar e mapear a área cultivada com cana-de-açúcar gerando a cada ano safra mapas temáticos com a distribuição espacial da cana. Estes mapas estão disponíveis na Internet no site do Canasat onde os canaviais podem ser visualizados sobre as imagens. Além disso, podem ser feitas consultas sobre a localização dos canaviais, a área cultivada e a evolução do cultivo da cana nos últimos anos tanto por município quanto por estado. Estas informações são utilizadas por diversos setores do agronegócio e do meio ambiente que direta ou indiretamente estão envolvidos com a produção de cana. Maiores detalhes sobre o Canasat são encontrados em artigos técnicos. Visite o link:http://www.dsr.inpe.br/canasat/
UDOP – União dos Produtores de Bioenergia - www.udop.com.br CEPEA/ESALQ/USP – Indicadores de Preços Agropecuários - www.cepea.esalq.usp.br UNICA - União da Agroindústria Canavieira do Estado de São Paulo - www.unica.com.br ORPLANA/consecana – Organização dos Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil - www.orplana.com.br
Confederação Nacional do Petróleo, Gás Natural, Biocombustíveis e Energias Renováveis
A Serviço do Desenvolvimento do BRASIL
A CONPETRO, representa e congrega os setores da Indústria e do Comércio de Bens & Serviços da cadeia produtiva do Petróleo, Gás Natural, Biocombustíveis e Energias Renováveis do BRASIL.
"Ética, transparência e respeito são a base da nossa relação com à sociedade".