"Na democracia, o processo de formação das políticas públicas demanda participação de todos os segmentos da sociedade civil, informação confiável, representação qualificada, transparência e ética."
 
  
Confederação Nacional do Petróleo,
Gás Natural, Biocombustíveis e Energias Renováveis
 
 A Serviço do Desenvolvimento do BRASIL 

Dr. Marcílio Novaes Maxxon

 

 



     

 
 
 
 
 
  
Dr. Marcílio Novaes Maxxon
 
"O combate à corrupção está intimamente vinculado à transparência". 

INTELIGÊNCIA POLÍTICA
Compromisso com a TRANSPARÊNCIA CONPETRO
 

         


MP 532 torna a ANP responsável por toda a cadeia dos biocombustíveis no Brasil - 6/5/2011.

A Medida Provisória 532 (publicada no DOU em 29/4/2011) tornou a ANP responsável por toda a cadeia de produção, movimentação e abastecimento de biocombustíveis (biodiesel e etanol) em todo o país, inclusive importação e exportação de etanol. A Agência terá 180 dias para adequar seus regulamentos à Medida Provisória e vai estabelecer prazos para as empresas ajustarem-se às novas regras.

Foi criado hoje (6/5) pela diretoria da ANP um grupo de trabalho para tratar das medidas para a implantação das mudanças relativas à regulação do mercado de etanol. O grupo, que envolve diversas áreas da Agência, começará a trabalhar imediatamente.

A MP 532 acresce e dá nova redação às leis 9.478/97 (Lei do Petróleo) e 9.847/99 (lei que trata da fiscalização do abastecimento nacional de combustíveis). Também foi alterado pela MP o Art. 9º da Lei 8.723/93, permitindo que o Poder Executivo possa elevar o percentual de etanol anidro adicionado à gasolina até o limite de vinte e cinco por cento ou reduzi-lo a dezoito por cento.

A medida provisória, na prática, incluiu os biocombustíveis nas atribuições já exercidas pela ANP na indústria de petróleo, de gás natural, e de sua cadeia de suprimentos.
Clique aqui para consultar as principais alterações feitas pela Medida Provisória no 532/2011.

Atualizado em 09/05/2011 13:10:01  - Fonte: Assessoria de Imprensa/ANP - (21) 2112-8331/8332/8333 - imprensa@anp.gov.br

CNPE aprova medidas para as pequenas e médias empresas de petróleo - 28/4/2011

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou hoje (28/04) uma minuta do projeto de resolução, que ainda deverá ser aprovada pela presidenta da república, que institui uma política pública para pequenas e médias empresas de petróleo, prevista no art. 65 da lei nº 12.351, de 22 de dezembro de 2010.
Entre as medidas aprovadas hoje está a oferta permanente de áreas em bacias maduras. Durante seis meses a ANP receberá manifestações de interesse por essas áreas e ao final do período abrirá licitação sem a necessidade de aprovação pelo CNPE.
“Considero a aprovação dessas medidas um acontecimento de extrema importância para o setor. Foi também uma vitória da ANP”, afirmou o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, logo após participar da reunião do CNPE.
Também foi aprovada a constituição de um comitê técnico que será coordenado pelo MME e um grupo de trabalho formado pela ANP, Ministério de Minas e Energia (MME) e Petrobras. O comitê técnico fará um acompanhamento do desenvolvimento tecnológico do setor enquanto que o grupo de trabalho vai discutir quais áreas serão licitadas.
O projeto de resolução do CNPE também prevê acesso a linhas de financiamento para pequenas e médias empresas que desejam investir na exploração de óleo e gás. Além disso, de forma que as pequenas e médias empresas também possam se beneficiar com uma linha especial de equipamentos, foi aprovada a adequação do Repetro, que é um regime especial aduaneiro voltado para o setor de petróleo e gás. A ANP também fará um contrato de concessão para pequenas e médias empresas.

Atualizado em 28/04/2011 19:36:15   

11ª Rodada de Licitações terá 174 blocos em nove bacias sedimentares - 28/4/2011

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizará no segundo semestre deste ano a 11ª Rodada de Licitações de Blocos Exploratórios. A Agência foi autorizada hoje (28/04) pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), em reunião em Brasília. A Margem Equatorial Brasileira, tida como uma área muito promissora, será o destaque da rodada com cinco das nove bacias. Serão licitados 174 blocos (87 em mar, 87 em terra), divididos em 17 setores em nove bacias sedimentares: Barreirinhas, Ceará, Paranaíba, Espírito Santo, Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Potiguar, Recôncavo e Sergipe-Alagoas.
Serão licitados cerca de 122 mil de quilômetros quadrados de áreas exploratórias em terra e em mar. Com isso, se todos os blocos forem arrematados, a área exploratória brasileira que atualmente é de apenas 314 mil km² e vinha diminuindo nos últimos anos, terá um crescimento de 40%. No total, incluindo os campos em produção e desenvolvimento a área sob concessão soma 338.088 km².
A ANP estima que arrecadará no mínimo cerca de R$ 200 milhões com os bônus de assinatura a serem pagos pelas empresas pelos blocos. A 11ª Rodada será a primeira a ser feita com o novo modelo de contrato de concessão a ser divulgado pela ANP após a compilação das sugestões colhidas durante a audiência pública realizada no dia 19 de abril.
MARGEM EQUATORIAL BRASILEIRA:
A Margem Equatorial Brasileira é formada pelas bacias da Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar, todas bacias de fronteira exploratória. Entretanto, essa região apresenta potencial petrolífero altamente promissor, caracterizado pelas descobertas comerciais e subcomerciais nas bacias do Ceará, Pará-Maranhão e Potiguar, além dos numerosos indícios de petróleo registrados nos poços perfurados.
Os óleos identificados nessas bacias são óleos leves de excelente qualidade (de até 44° API), comprovando o potencial dessas bacias.
Além disso, as recentes descobertas na costa oeste africana, nas bacias de Gana e Costa do Marfim, análogas às bacias da margem equatorial brasileira, dão indicativo potencial brasileiro.
BACIAS
FOZ DO AMAZONAS – Serão ofertados 32 blocos no mar, com bônus mínimo previsto de 55 milhões.
A Bacia da Foz do Amazonas é uma bacia de Nova Fronteira situada no extremo oeste da margem continental brasileira, possuindo uma parte emersa e outra submersa. Encontra-se distribuída ao longo da costa do Estado do Amapá e da Ilha de Marajó (Pará).
Para a 11ª Rodada de Licitações foram indicados para oferta 32 blocos incluídos distribuídos em 2 setores SFZA-AR2 e SFZA-AP2 da bacia que totalizam 27.058 km².
Potencial para descoberta de gás e óleo leve.
PARÁ-MARANHÃO – Serão ofertados 8 blocos no mar, com área total em oferta de 6154 km², com bônus mínimo previsto de aproximadamente R$ 8 milhões.
A Bacia do Pará-Maranhão é uma bacia de Nova Fronteira localizada na porção norte da plataforma continental brasileira (Margem Equatorial), na costa dos estados do Pará e Maranhão.
Atualmente estão em concessão 12 blocos exploratórios, totalizando uma área total concedida de 4.102 km², localizados nos setores SPAMA-AP1 e SPAMA-AP2.

As atividades realizadas na bacia indicam a presença de óleo leve na região.
BARREIRINHAS – Serão ofertados 26 blocos no mar, total de 13.073 km², com bônus mínimo previsto de R$ 23 milhões.
A Bacia de Barreirinhas é uma bacia de Nova Fronteira situada na Margem Equatorial Brasileira, entre as cidades de Parnaíba (PI) e São Luís (MA).
Embora ainda sem descobertas significativas, a Bacia de Barreirinhas apresenta grande potencial petrolífero, pois possui sistema petrolífero ativo comprovado e ocorrência de hidrocarbonetos em vários poços perfurados. Expectativa para petróleo leve e condensado.
Para a 11ª Rodada de Licitações, propõe-se a oferta de 26 blocos, totalizando uma área de aproximadamente 13.073,97 km2, localizados nos setores SBAR-AR2, SBAR-AP1 e SBAR-AP2.        
Potencial para descoberta de óleo leve.
Serão ofertados 26 blocos no mar, com bônus mínimo previsto de aproximadamente R$ 23 milhões.
CEARÁ – Serão ofertados 11 blocos no mar, total de 7.388 km², com bônus mínimo previsto de R$ 47 milhões.
A Bacia do Ceará é uma bacia de Nova Fronteira localizada na Margem Equatorial Brasileira.
Para a 11ª Rodada de Licitações estão sendo propostos 11 blocos localizados no setor SCE-AP-3 (projeção da sub-bacia de Mundaú em águas profundas), totalizando uma área de 7388,32 km². O campo produtor de Atum situa-se neste setor. Potencial para descoberta de óleo leve.
É uma das dez bacias brasileiras responsável pela produção de petróleo e gás do país.
A Bacia do Ceará possui quatro campos produtores de petróleo: Xaréu (1977), Curimã (1978), Espada (1978) e Atum (1979). Os volumes originais nestes campos foram estimados em 71,8 Mm³ de óleo e 5.808,2 Mm³ de gás.
Além dos campos produtores, a Bacia do Ceará possui numerosos indícios de petróleo e gás, identificados em mais de dezenas de poços.
Produção: Em fevereiro a Bacia do Ceará produziu 6.226 (bbl/dia) de petróleo e 81 (mm³/dia) de gás, totalizando 6.737 (boe/d).
POTIGUAR – Serão ofertados 20 blocos em terra (bacia madura) e 10 blocos no mar (bacia de Nova Fronteira), com bônus mínimo previsto de R$ 16 milhões.
A Bacia Potiguar situa-se no extremo nordeste da margem continental brasileira, incluindo uma parte emersa e outra submersa. Encontra-se distribuída em sua maior parte no Estado do Rio Grande do Norte e parcialmente no Estado do Ceará. É uma das dez bacias brasileiras que responde pela produção de petróleo e gás do Brasil. Possui 14 campos produtores/desenvolvimento em mar e 67 na porção terrestre da bacia.
Para a 11ª Rodada de Licitações, na porção terrestre, serão ofertados 20 blocos incluídos nos setores SPOT-T3 e SPOT-T-T5, que totalizam 587 km². Potencial para descoberta de óleo.
Para a 11ª Rodada de Licitações, na porção marítima, região de Nova Fronteira, serão ofertados 10 blocos incluídos no setor SPOT-AP1, que totaliza 7326,28 km2. Potencial para descoberta de óleo.
Produção: Em fevereiro a Bacia Potiguar produziu 61.735 (bbl/dia) de petróleo e 1.890 (mm³/dia) de gás, totalizando 73.621 (boe/d).
ESPÍRITO SANTO – Serão ofertados 6 blocos em terra, total de 178 km², com bônus mínimo previsto de aproximadamente R$ 4 milhões.        
A Bacia do Espírito Santo, porção terrestre, é classificada como uma bacia madura, cujo histórico exploratório remonta à década de 50, com o primeiro poço perfura­do em 1959, pela Petrobras, nas proximidades da cidade de Conceição da Barra (poço estratigráfico 2-CBST-1-ES). Esta bacia estendendo-se desde o sul do Estado da Bahia até o centro-sul do Estado do Espírito Santo.
Para a 11ª Rodada de Licitações estão sendo propostos 6 blocos localizados no setor SES-T6, totalizando uma área de 178 km². Potencial para descoberta de óleo.
Produção: Em fevereiro a Bacia do Espírito Santo produziu 54.516 (bbl/dia) de petróleo e 6.196 (mm³/dia) de gás, totalizando 93.488 (boe/d).
RECÔNCAVO – Serão ofertados 16 blocos, total de 474 km², com bônus mínimo previsto de aproximadamente R$ 28 milhões.
A Bacia do Recôncavo é uma bacia madura, e está localizada na Região Nordeste, parte emersa do Estado da Bahia, ao norte da cidade de Salvador.
As atividades de prospecção se iniciaram em 1937 sob a condução do antigo Conselho Nacional do Petróleo (CNP). A primeira descoberta significativa de óleo data de 1939, em poço perfurado no distrito de Lobato, nas imediações da cidade de Salvador e considerado como o marco inicial da indústria petrolífera nacional. Atualmente a bacia conta com 85 campos em produção/desenvolvimento.
Para a 11ª Rodada de Licitações estão sendo ofertados 16 blocos do Setor SREC-T-1 que perfazem uma área total de 474 km², encaixados em dois municípios do Recôncavo Baiano, Alagoinhas e Araçás.
Potencial para descoberta de óleo leve.
Produção: Em fevereiro a Bacia do Recôncavo produziu 44.303 (bbl/dia) de petróleo e 2.887 (mm³/dia) de gás, totalizando 62.460 (boe/d).
SERGIPE – Serão ofertados 25 blocos em terra, total de 733 km², com bônus mínimo previsto de R$ 9,8 milhões.
A Bacia de Sergipe-Alagoas na região nordeste do Brasil, abrangendo parte dos estados de Sergipe e Alagoas. Em mapa, tem forma alongada na direção NE com 350 km de extensão e 35 km de largura média em terra.  
A parte terrestre da bacia é classificada como madura. Na 11ª Rodada de Licitações serão ofertados 25 blocos no setor SEAL-T1, totalizando uma área de 733 km². O potencial para esta região da bacia é para descoberta de gás natural.
Produção: Em fevereiro a Bacia de Sergipe produziu 40.038 (bbl/dia) de petróleo e 3.522 (mm³/dia) de gás, totalizando 62.189 (boe/d).
PARNAÍBA – Serão ofertados 20 blocos em terra, com bônus mínimo previsto de R$ 5 milhões.
A bacia do Parnaíba localiza-se na porção nordeste do Brasil e abrange uma área aproximada de 680.000 km2, distribuídos pelos estados do Maranhão, Piauí, Tocantins e pequena parte pelos estados do Pará, Ceará e Bahia.
A área ofertada nesta 11ª Rodada de Licitações consiste em 20 blocos perfazendo uma área de cerca de 59.860 km², localizados nos setores SPN-N, SPN-O e SPN-SE.
A Bacia do Parnaíba é classificada como Nova Fronteira.
Os blocos do setor localizado no Estado do Piauí apresentam cerca 1500 km de linhas sísmicas 2D que foram adquiridas com verba do PAC, e evidenciam estruturas com grande potencial para acumulações nesta região, corroborando o potencial para gás que vem sendo diagnosticado nos blocos licitados da 9ª Rodada.  

Atualizado em 05/05/2011 12:33:02   

Conselho de Altos Estudos debate fontes alternativas de energia

O Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica (CAEAT) da Câmara promove nesta quarta-feira (11) discussão sobre a ampliação da geração de energia elétrica a partir de fontes alternativas, com apresentações dos professores Nivalde de Castro, coordenador do grupo de estudos do setor elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Guilherme Azevedo Dantas, pesquisador sênior da UFRJ e especialista em fontes renováveis de energia elétrica e biocombustíveis. 
A discussão atende à solicitação do deputado Pedro Uczai (PT-SC), coordenador de estudo sobre o marco regulatório das energias renováveis, no Conselho, que tem por objetivo avaliar a geração de energia no Brasil a partir de fontes alternativas e não poluidoras, em lugar das fontes tradicionais, as usinas hidrelétricas e as termoelétricas.
O Brasil enfrenta o desafio de expandir a oferta de energia elétrica em 61% no período de 2010 a 2019. A energia hidráulica é a principal fonte de produção de eletricidade no País, com as vantagens de ser mais a barata e renovável. O que preocupa a sociedade, segundo o deputado Pedro Uczai, é o fato de que as fontes de potencial hidrelétrico ainda não exploradas estão situadas principalmente na região Amazônica, distantes dos principais centros consumidores e com problemas de grande variação dos cursos d’água nos períodos chuvoso e de seca.
Diante dessa realidade, o Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica, presidido pelo Deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE), deve aprofundar a discussão sobre a geração de energia a partir do potencial eólico e da queima do bagaço de cana de açúcar. O potencial eólico é considerado expressivo e o preço da energia proveniente dessa fonte tem se mostrado competitivo no últimos leilões de suprimento realizados pelo Governo Federal. O Conselho entende que é preciso avaliar melhor a opção da eletricidade gerada pela queima do bagaço de cana-de-açúcar para o abastecimento do mercado brasileiro, já que se trata de fonte também renovável e de baixo custo.
Terça-feira, 10 de maio de 2011
 

Programas da TV Câmara

Notícias relativas ao CAEAT na TV Câmara


Publicações

Publicações do Conselho de Altos Estudos e das Edições Câmara

Cadernos de Altos Estudos

Nº 7

A Política Espacial Brasileira

Na eterna busca pela satisfação de seu ímpeto exploratório, a humanidade tem avançado na conquista espacial. E, como não poderia deixar de ser, o Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara dos Deputados participa ativamente na discussão das questões nacionais ao eleger a política espacial brasileira como tema prioritário de sua agenda de debates.

O resultado das intensas discussões feitas pelo Conselho sobre o tema compõe o sétimo volume da coleção Cadernos de Altos Estudos: A Política Espacial Brasileira.

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Nº 6

Alternativas de Políticas Públicas para a Banda Larga

Telecomunicações

Nos últimos anos, o desenvolvimento tecnológico foi responsável por uma verdadeira revolução no mercado de telecomunicações no Brasil e no mundo. No entanto, passados mais de doze anos da promulgação da LGT, o cenário dá sinais de mudança, no qual a banda larga emerge como serviço de maior potencial de crescimento.
Nesta publicação, o Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica apresenta um trabalho denso e completo sobre o panorama e os desafios para a disseminação da banda larga no Brasil. O estudo teve a participação de vários segmentos e especialistas do setor.

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 Nº 5 

Os Desafios do Pré-Sal

Os desafios do Pré-Sal

Resultado de um trabalho de pesquisa que sintetiza as principais questões envolvidas na definição dos critérios que nortearão a exploração das jazidas do Pré-Sal, esse trabalho propõe um novo marco legal que colocará nas mãos do Estado a decisão sobre a aplicação da maior parte da riqueza gerada pelo petróleo extraído do Pré-Sal.

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Nº 4

Capacitação Tecnológica da População

Capacitação capa

Traça um panorama da educação e qualificação profissional no país e em países selecionados. A obra propõe alternativas concretas para fomentar a transferência de tecnologia na sociedade brasileira.

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Nº 3

O Mercado de Software no Brasil

Mercado de Software - foto

 Traz grandes contribuições ao tratar de assuntos inovadores relativos às políticas públicas na área de produção e exportação de software, às questões tributárias que lhe são aplicáveis e aos efeitos decorrentes da doção do software livre no país.

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Nº 2

A Dívida Pública Brasileira

Aborda um tema complexo, porém crucial para a compreensão da economia pública brasileira, sob uma perspectiva mais didática, de forma que viesse a ser melhor compreendido pela sociedade. O estudo é consequência de um amplo debate, que contou com a participação de renomados especialistas no assunto, onde foram discutidas e analisadas propostas para a administração da dívida brasileira.

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Nº 1

Biodiesel e Inclusão Social

O primeiro estudo concluído pelo Conselho apresenta levantamento do estado da arte do biodiesel no Brasil e no mundo, abrigando contribuiçoes de acadêmicos e pesquisadores dos principais centros tecnológicos do País que trabalham com energias renováveis provenientes de biomassas.

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Série Avaliação de Políticas Públicas

Série Avalição de Políticas Públicas nº 2

LRF Capa Responsabilidade na Gestão Pública (Os Desafios dos Municípios) - Aborda um tema complexo, porém crucial para a compreensão da economia pública brasileira, sob uma perspectiva mais didática, de forma que viesse a ser melhor compreendido pela sociedade. O estudo é consequência de um amplo debate, que contou com a participação de renomados especialistas no assunto, onde foram discutidas e analisadas propostas para a administração da dívida brasileira.

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Série Avalição de Políticas Públicas nº 1

Capa UCA

UCA - Um Computador por Aluno - este tema, que inaugura o primeiro volume da série Avaliação de Políticas Públicas, coloca em perspectiva as experiências-piloto do programa UCA, em fase de implementação, à luz de referencial teórico e experiências internacionais que adotam o paradigma educacional ‘um para um’.

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Série Documentos do Conselho

Série Documentos do Conselho I

TV Digital: Futuro e Cidadania  - O primeiro número da Série  Documentos do Conselho consolida as principais contribuições do Seminário TV Digital: Futuro e Cidadania, promovido pela Câmara dos Deputados, no qual foram discutidos os desdobramentos da implantação da digitalização da televisão no Brasil. Com o tema inaugural TV Digital, a Série Documentos  vem juntar-se à bem sucedida coletânea Coleção de Altos Estudos.

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O BRASIL E OS BIOCOMBUSTÍVEIS

 
 
Comissão de Assuntos Econômicos - CAE
 Audiências Públicas e Reuniões Técnicas
 
03.06.2008 – Audiência Pública "Debate sobre o Marco Regulatório do Petróleo diante da perspectiva de descoberta e desenvolvimento de novas bacias petrolíferas na Camada do Pré-Sal”
ANP
Haroldo Borges Rodrigues Lima, Diretor-Geral da Agência Nacional de Petrólio
IBP
Jõao Carlos França de Lucca, Presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustiveis
Petrobras
José Sérgio Gabrielli, Presidente da Petrólio Brasileiro S.A.

03.06.2008 – Audiência Pública "Debate sobre o Marco Regulatório do Petróleo diante da perspectiva de descoberta e desenvolvimento de novas bacias petrolíferas na Camada do Pré-Sal monetária” (Notas)

13.05.2008 – Audiência Pública “Diretrizes, implementação e perspectivas futuras da política monetária”
Banco Central do Brasil
Henrique Meirelles, Presidente do Banco Central do Brasil
 
15.04.2008 – Audiência Pública "Critérios técnicos de repartição dos royalties provenientes da atividade de exploração petrolífera"
IBGE
Eduardo Pereira Nunes, Presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
ANP
Haroldo Borges Rodrigues Lima, Diretor-Geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis
Petrobras
Guilherme de Oliveira Estrella, Diretor de Exploração e Produção da Petróleo Brasileiro S.A.

15.04.2008 – Audiência Pública "Critérios técnicos de repartição dos royalties provenientes da atividade de exploração petrolífera" (Notas)
 
14.05.2007 - Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis


Petrobras
Paulo Roberto Costa, Diretor de Abastecimento


Única
Eduardo Pereira de Carvalho, Presidente


Abegás
Carlos Eduardo de Freitas Brescia, Diretor
 
28.05.2007 - Petróleo e Gás Natural


MME
João José de Nora Souto, Secretário de Petróleo e Gás


PETROBRAS
Guilherme de Oliveira Estrella, Diretor de Exploração e Produção


SHELL
John Haney, Vice-Presidente
 
Setor Sucroenergético - Histórico
     1 - Ciclo Econômico da Cana-de-Açúcar

Há mais de 500 anos, o açúcar tinha valor tão alto quanto o do ouro em toda a Europa, porque sua produção era limitada a quantidades que não supriam a demanda do mercado. Assim, o plantio de cana-de-açúcar era um negócio bastante rentável, mas que não era possível de se realizar na Europa, principalmente, por questões climáticas.

 Mais
 
     2 - Os antigos engenhos

Os engenhos funcionavam como fábricas de açúcar e compreendiam as seguintes instalações: casa grande, onde morava o senhor de engenho, seus familiares e serviçais; a capela, para celebrações religiosas cristãs; senzala dos escravos; e o próprio engenho, com diversas construções destinadas às várias fases de processamento do açúcar.

 Mais
 
     3 - O declínio do século XIX

No século XIX, o Brasil, que já tinha sido o maior produtor mundial de açúcar, caiu para o quinto lugar, ficando com apenas 8% da produção mundial. Já no século XX, com o fim do Ciclo do Café, houve uma retomada do cultivo da cana para produzir açúcar para o mercado interno. São Paulo e Rio de Janeiro passaram a abastecer o Sul do País, fazendo com que a atividade entrasse em declínio no Nordeste.

 Mais
 
     4 - O etanol: combustível limpo e renovável

Em 1975, o governo brasileiro criou o Programa Nacional do Álcool (Proálcool), que diversificou a atuação da indústria açucareira com grandes investimentos apoiados pelo Banco Mundial, possibilitando a ampliação da área plantada com cana-de-açúcar e a implantação de destilarias de álcool. A experiência serviu como alternativa para diminuir a vulnerabilidade energética do País, devido à crise mundial do petróleo.

 Mais
 
     5 - Flex: etanol puro ou com gasolina

A queda da demanda do álcool hidratado foi compensada pelo maior uso do anidro (sem água) misturado à gasolina, o que acompanhou o crescimento da frota brasileira de veículos leves. Em mais de 25 anos de história de utilização do álcool em larga escala, o Brasil desenvolveu tecnologia de motores e logística sem precedentes no mundo, com uma rede de mais de 28 mil postos com bombas de álcool hidratado.

 Mais
 
    

6 - Cultivo da cana hoje

A cana ocupa cerca de 7 milhões de hectares ou cerca de 2% de toda a terra arável do País, que é o maior produtor mundial, seguido por Índia, Tailândia e Austrália. As regiões de cultivo são Sudeste, Centro-Oeste, Sul e Nordeste, permitindo duas safras por ano. Portanto, durante todo o ano o Brasil produz açúcar e etanol para os mercados interno e externo.

 Mais

Centro de Tecnologia Canavieira

O CTC - Centro de Tecnologia Canavieira atua há mais de 30 anos no desenvolvimento de tecnologias inovadoras para o setor canavieiro. Nossas pesquisas abrangem os elos da cadeia produtiva de cana-de-açúcar, álcool, açúcar e bioenergia, permitindo agregar valor às diversas etapas do processo e contribuindo com a evolução equilibrada do setor. 

Assista Aqui o Vídeo Institucional:

 
  

O know-how acumulado nesses anos elevou o CTC a sinônimo de pioneirismo no setor em âmbito internacional. Seu prestígio é confirmado pelo ganho de eficiência conquistado pelo setor sucroalcooleiro, graças à utilização das tecnologias CTC e adoção de alguns de nossos processos como padrão de mercado.

02/08/2011 - 10h46

Prefeito lituano passa com tanque em carro parado em local proibido

O prefeito de Vilna, capital da Lituânia, decidiu levar ao extremo sua campanha contra os motoristas que estacionam ilegalmente na faixa dos ciclistas.

Arturas Zuokas entrou em um veículo militar blindado e passou sem piedade por cima de uma Mercedes-Benz S-Class --que ficou completamente esmagada.

De terno e camisa, um figurino um tanto estranho para um tanque, Zuokas sorri todo o tempo.

Ele chega a cumprimentar o dono do veículo com um aperto de mão e até ajuda a varrer os cacos de vidro da Mercedes que se espalharam pela via.

A "façanha" foi filmada para um programa de TV sueco "99 coisas que você deve fazer antes de morrer". O vídeo foi publicado na página da Prefeitura de Vilna.

No vídeo, ele mostra ainda outras cenas de carros de luxo que desobedecem o sinal de proibido estacionar e encerra andando de bicicleta --sempre de terno.

"Eu cansei destes motoristas que estacionam seus carros de luxo em faixas de ciclistas e de pedestres. Este tanque é uma boa ferramenta para resolver o problema de estacionamento em local proibido", diz o prefeito.

 
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O projeto CANASAT fornece informações sobre a distribuição espacial da área cultivada com cana-de-açúcar na região centro-sul do Brasil utilizando imagens de satélites de sensoriamento remoto.

INTRODUÇÃO

As imagens de sensoriamento remoto são obtidas por satélites a cerca de 800 km de altitude e podem ser utilizadas para observar diversas mudanças que ocorrem na superfície terrestre. Entre elas podemos destacar o monitoramento do cultivo da cana-de-açúcar que vem sendo feito através do projeto Canasat desde 2003 no Estado de São Paulo e desde 2005, para os demais estados produtores de cana da região centro-sul. O projeto Canasat utiliza imagens de satélites para identificar e mapear a área cultivada com cana-de-açúcar gerando a cada ano safra mapas temáticos com a distribuição espacial da cana. Estes mapas estão disponíveis na Internet no site do Canasat onde os canaviais podem ser visualizados sobre as imagens. Além disso, podem ser feitas consultas sobre a localização dos canaviais, a área cultivada e a evolução do cultivo da cana nos últimos anos tanto por município quanto por estado. Estas informações são utilizadas por diversos setores do agronegócio e do meio ambiente que direta ou indiretamente estão envolvidos com a produção de cana. Maiores detalhes sobre o Canasat são encontrados em artigos técnicos.
 
 
Apresentações
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Documentos
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Zoneamento Agroambiental para o setor sucroalcooleiro do estado de São Paulo
Fonte: Secretaria do Meio-Ambiente e Secretaria de Agricultura e Abastecimento
Descrição: O Zoneamento Agroambiental foi realizado para orientar o crescimento do setor sucroenergético no estado de São Paulo, levando em conta a sustentabilidade da atividade e estabelecendo regras claras para o licenciamento de novas usinas no território. O documento leva em consideração não só fatores importantes como clima e tipo de solo da área, mas também fatores ambientais como a vulnerabilidade das águas subterrâneas, a disponibilidade de águas superficiais, a biodiversidade presente nas áreas de cultivo, as unidades de conservação, a declividade e a qualidade do ar. Esta apresentação foi realizada pelos secretários do Meio Ambiente, Xico Graziano, e de Agricultura e Abastecimento, João Sampaio, com a presença do governador José Serra, no Palácio dos Bandeirantes, no dia 18 de setembro.
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Dados e Cotações - Estatísticas
 
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Produção Brasil

Produção de etanol do Brasil

Produção de açúcar do Brasil - Açúcar

Produção de cana-de-açúcar do Brasil


Ranking da produção de cana, açúcar e etanol das unidades da Região Centro-Sul

Safra 2007/08

Safra 2006/07

Safra 2005/06

Safra 2004/05


Consecana - Conselho dos Produtores de Cana, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo

Circular mensal

Preços mensais do ATR (Açúcar Total Recuperável)


Preços

Preço ao produtor no Estado de São Paulo - Etanol anidro e etanol hidratado

Preço ao consumidor etanol hidratado


Exportações

Exportações mensais de açúcar (Brasil, Centro-Sul e Norte-Nordeste) valor, volume e preço médio

Exportações anuais de açúcar (Brasil, Centro-Sul e Norte-Nordeste) valor, volume e preço médio

Exportações de açúcar por país de destino

Exportações mensais de etanol (Brasil, Centro-Sul e Norte-Nordeste) valor, volume e preço médio

Exportações anuais de etanol (Brasil, Centro-Sul e Norte-Nordeste) valor, volume e preço médio

Exportações de etanol por país de destino


Carro a etanol  

Venda de automóveis e veículos leves no Brasil

 


 Confederação Nacional do Petróleo, Gás Natural,
 Biocombustíveis e Energias Renováveis

A Serviço do Desenvolvimento do BRASIL 

A CONPETRO, representa e congrega os setores da Indústria e do Comércio de Bens & Serviços da cadeia produtiva do Petróleo, Gás Natural, Biocombustíveis e Energias Renováveis do BRASIL. 

"Ética, transparência e respeito são a base da nossa relação com à sociedade".

E-Mail: Conpetro@uol.com.br, Presidencia@conpetro.com.br
            Consultoria@conpetro.com.br, ConfederacaodoPetroleo@conpetro.com.br, 

Gas Data Transparency Conference, 26th October 2010, Moscow Gas Conference transparência de dados, 26 de outubro de 2010, Moscovo

PETROBRAS SEBRAE PROMINP       

 
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